sábado, 3 de setembro de 2011

A André Rodrigues Marins fez concurso regular para o TJ/RJ?




"Oi Jorge,

Estou atrás, cara.

Mas não acho o nome do André Rodrigues Marins em lugar algum.

Precisamos da divulgação do diário oficial da época.

As pistas que me deu facilitam bastante.

Vai sair o concurso do TJ RJ em breve, creio que na segunda quinzena de setembro.

Cerca de uns 300 mil vão se inscrever exatamente para o cargo do André Rodrigues Marins - técnico.

É lógico que é muita gente querendo vaga, ou seja, se tiver a vaga do André para eles, esse povo vai procurar que nem um louco para saber se este infeliz foi concursado ou se entrou pela porta dos fundos.

Precisamos divulgar esta busca o mais rápido possível.

Teria que saber se o MP ajudaria ou algum órgão regulador dos serventuários do TJ.

Assim que sair o edital do TJ, seu site vai chover de gente dando informações sobre isso.

Outra coisa: se os "colegas" do André Rodrigues Marins não gostarem dele, e, se alguns foram aprovados na época, irão passar facilmente a informação, pois saberão a data da homologação do concurso do André, aí fica fácil.

Se ele não estiver na lista do DOU, está fora do concurso e não poderá fazer nenhum outro concurso, nem mesmo por prova, já que foi exonerado porque estava ilegal.

Acabou a carreira dele. Se for concursado, palmas para o cara, mas...

perguntemos aos concurseiros de plantão...,

Aliás, se o André foi aprovado mesmo, ele lhe passará todos os dados: a data em que assinou a nomeação.

Lembro a você que antes de 98, muita gente estava no TJ por terceirização.

Com o volta dos concursos - cumprimento constitucional - todos os tribunais de justiça e outros órgãos tiveram de afastar os terceirizados e integrar os concursados.

O prazo para isso se esgotou, creio há uns 5 anos já, ou seja, ninguém mais pode estar irregular no serviço público.

Só CONCURSADO!"

"Ah, outra coisa, se o André Rodrigues Marins não se manifestar, é caso de ele estar assinando que não foi concursado. Aí a gente informa o CNJ e o MP."

"Jorge, quando falei dos concurseiros, referi-me à seguinte situação que é passada aos alunos quando eles passam em concurso:
o cara passou num concurso e não é chamado.
Porém, ele desconfia que há vaga para ele, porém ocupada ´por terceirizados, comissionados etc., o que ele faz?
Vai ele mesmo ou seu advogado à justiça, solicita o quadro de funcionários devidamente registrados naquele órgão.
Ali, como está registrada uma série de dados, homologação, matrícula do servidor etc,.ele consegue saber exatamente a situação do servidores daquele órgão.
E aí, por meio da justiça, ou por informação à corregedoria ou ouvidoria do órgão, ou mesmo ao TCU, ele requer facilmente a vaga que lhe é de direito, o que já está claro nas resoluções do CNJ e na jurisprudência do STF, que procurará sempre cumprir a determinação constitucional.
Se o Corregedor entender que aquele servidor X esteve "protegido" pelo órgão, ele poderá impetrar sansões duras ao Presidente ou diretor do órgão responsável pela má fé.
Por isso, no próximo concurso do TJ, vale à pena mostrar aos aprovados a possível vaga."

"Na Biblioteca nacional, há o DOU da época.
Mas teríamos que saber quando foi feito "o concurso" do Sr. André Rodrigues Marins.
Isso não há como mascarar.
Eles não podem mover nada em documento já publicado oficialmente."




2 comentários:

  1. E agora, josé?
    A festa acabou,
    A luz apagou,
    O povo sumiu,
    A noite esfriou,
    E agora, josé?
    E agora, você?
    Você que é sem nome,
    Que zomba dos outros,
    E agora, josé?

    Jorge,
    Felismente tenho que dedicar essa música ao tal André.
    E agora José??? Paulo Diniz.

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