sábado, 30 de agosto de 2014

Inverno 2014 RJ: Piscinão de Ramos e Madureira



Para saber a quantidade de amigos: avise que acertou os 38 milhões da megasena acumulada... Para conhecer a qualidade: conte que operou apendicite com perfuração de intestino no Souza Aguiar...












O mesmo vestido da Patrícia Pillar no Rebu







Engraçado, em o Rebu, parece que a Patrícia Pillar está sempre com o mesmo vestido...

Não lava, não passa...

Todos trocam de roupa, menos a Patrícia Pillar...

Engraçado...

Deve ser para valorizar a marca da peça que custa mais de 3 mil reais...



JS








sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Charge on Line









Abaixo Assinado Joanna Marcenal: 8.927 pessoas já assinaram...








Clique aqui para assinar Abaixo Assinado cobrando Justiça para a menina Joanna Marcenal
  
Para assinar o Abaixo Assinado Joanna Marcenal é necessário confirmação posterior por email enviado pelo provedor


 


Tenho vários leitores em Portugal, muitos mesmo...

Assim como possuo leitores diários em várias partes do mundo...

Algumas vezes alguns deles me  enviam recados...

Semanas passadas, um leitor português acabou me permitindo conhecê-lo depois de me enviar correção sobre a postagem  Casa dos Espíritos...

E, aproveitando o contato me alertou que não conseguiu assinar o Abaixo Assinado de Joanna Marcenal e não sabia se possível estrangeiros participarem...



Então, esclarecendo:
 

Qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo pode participar...

O que ocorre por vezes é a pessoa não confirma a assinatura...

Uma mensagem é enviada pelo provedor do Abaixo Assinado para o email cadastrado e necessário responder este email para que a assinatura seja considerada válida...




Se você não encontrar este email-resposta da Petição Pública na sua caixa de entrada, procure em spam...

É fácil...

Eu sou a terceira assinatura deste Abaixo Assinado que já se aproxima de 10 mil assinaturas...

Todos podem participar...

Espero contar com os amigos leitores de fora do Brasil também...

Assinem...

A causa é nobre!


 


Jorge Schweitzer

  






Por quê Leandro e Graciele gravavam vídeos com ameaças ao menino Bernardo Boldrini?










Os diálogos que o médico Leandro Boldrini gravou em seu celular  são script acabado  de um filme de horror irretocável...

Tão elementar quanto mordomos de ficção serem culpados quando bandidos da realidade saborearem suas maldades com um certo orgulho sádico...

Ontem escutei no Jornal Nacional que as gravações das discussões entre a madrasta, o pai e o menino Bernardo seriam usadas para comprovarem na Justiça que a criança era rebelde...

Não creio!

O teor dos diálogos incluem ameaças de morte ao menino e até mesmo citação da morte da mãe dele para amedrontar a criança...

O médico Leandro Boldrini e sua esposa companheira de crime são pessoas perigosas e sem limites...

A cada vez mais se desnuda o horror que o menino Bernardo Boldrini viveu até ser assassinado de forma premeditada...

Ao imaginarmos que o pai Leandro Boldrini e a madrasta  Graciele Ugulini poderiam  procurar o Conselho Tutelar e abrir mão da guarda do menino Bernardo alegando incompatibilidade de convivência; só nos resta concluir que não o fizeram temendo perderem parte da herança que a criança tinha direito no espólio da mãe igualmente morta em condições perfeitamente suspeitas...

A via crucis que Bernardo Boldrini transpos até seu calvário nos deixa  estarrecidos pela inoperância do Judiciário que mesmo alertado não evitou o sacrifício anunciado...




 

Jorge Schweitzer







Veja a transcrição do áudio do vídeo:

Bernardo: Socorro! Socorro! Socorro! Socorro!
Leandro: Vai te acalmar, e vai pro teu quarto.
Bernardo: Socorro, me tirem daqui. Socorro (vários gritos)!
Leandro: Respeita tua irmã, Maria, aqui.
Bernardo: Socorro!
Leandro: Respeita tua irmã.
Bernardo: Socorro!
Leandro: Ela tá escutando tudo isso que tu tá falando.
Bernardo: Socorro (vários gritos)! Meu pai me agrediu!
Graciele: Fecha a porta!
Bernardo: Eu quero denunciar, empresta o telefone. Empresta, eu quero denunciar.
Leandro: Quem manda sou eu...
Bernardo: Eu quero denunciar. Empresta!
Leandro: Ou tu entra ou tu sai e chora, e se tu entrar tu vai falar baixo.
Bernardo: Empresta o telefone agora. Empresta! Empresta o telefone, Empresta o telefone agora! Quero, empresta, tu falou que eu podia denunciar, então empresta. Empresta!
Leandro: Tchê, a Maria...
Graciele: Vai lá, vai até lá...

Bernardo: Empresta...
Graciele: Sim, quer o telefone emprestado pra denunciar? Ah, tá... (risada).
Bernardo: Empresta, empresta!
Graciele: Quer denunciar, se vira. Não empresto, te vira!
Leandro: Ó, não dá pra abrir, olha aqui a Maria, rapaz. Escuta aqui ó. Que bagunça é essa.
Bernardo: Eu vou denunciar... Socorro!
Leandro: E fecha a porta, né.
Bernardo: Viu, as pessoas tão olhando. As pessoas tão olhando...
Graciele: Então vai lá, vai lá pedir socorro, vai lá.
Leandro: Vai lá.
Graciele: Tu que tá pedindo. Tu que tá gritando.
Leandro: Quem é que começou a bagunça?

Bernardo: Vocês me agrediram, tu me agrediu.
Graciele: E vou agredir mais... A próxima vez que tu abrir a boca pra falar de mim, eu vou agredir mais.
Leandro: Xingando ela... Ninguém merece ser xingado, né, rapaz.
Graciele: Eu vou agredir mais. Eu não fiz nada em ti.

Bernardo: Fez sim. Tu me bateu.
Graciele: (Risada). Tu não sabe do que eu sou capaz de fazer.
Bernardo: Tu me bateu.
Graciele: Tu não sabe.
Bernardo: Tu me bateu!
Graciele: Eu não tenho nada a perder, Bernardo. Tu não sabe do que eu sou capaz. Eu prefiro apodrecer na cadeia do que ficar vivendo nesta casa contigo incomodando. Tu não sabe do que eu sou capaz.
Bernardo: Queria que tu morresse.
Graciele: Tu não sabe do que eu sou capaz. Vamos ver quem tem mais força. Aí nós vamos ver quem tem mais força. Ah, nós vamos ver quem tem mais força.

Bernardo: Queria que tu morresse.
Graciele: É, então nós vamos ver quem vai para baixo da terra primeiro.
Bernardo: Tu. Tu vai!
Graciele: Então tá, se tu tá dizendo.
Bernardo: Tu vai, sim, tu vai.
Graciele: Vamos ver quem vai primeiro.
Leandro: Bah, Bernando, eu fico com pena de ti. Fico com pena de ti, cara. A tua mãe te botou no mato, cara. Deus o livre, te abandonou.

Bernardo: E tu traiu ela.
Leandro: O moleque ainda tem isso na cabeça.
Graciele: É, ela que andava com tudo que é homem aí, ó. Ela que era vagabunda, Bernardo.
Bernardo: Não era. Minha mãe não era vagabunda.
Graciele: Então vai perguntar pras pessoas da cidade o que a tua mãe fazia. Pergunta.
Bernardo: Ela não era vagabunda.
Graciele: Então pergunta pras pessoas da cidade o que tua mãe fazia pro teu pai.
Leandro: Eu sei que tua mãe era o máximo pra ti, mas simplesmente ela te abandonou.

Bernardo: Não, ela não me abandonou. Tu estava brigando com ela...
Graciele: Ela que tentou matar o teu pai.
Bernardo: Porque ele tava incomodando ela.
Graciele: É, é..
Leandro: Foi lá na vila com o cara, comprou uma 38, foi lá no consultório com duas balas...

Bernardo: Ela devia ter te matado mesmo. Tinha que te ter matado mesmo.
Leandro: E o que ia sobrar de ti?
Bernardo: Tinha que ter te matado.
Leandro: O que eu que tenho que ver, cara? Eu tenho que pagar a minha vida por causa de gente à toa? Gente que não presta?
Bernardo: Tomara que tu morra, e essa coisa aqui morra junto.
Graciele: Tu vai ir antes. Doente do jeito que tá desse jeito. Igual tua mãe, teu fim vai ser igual tua mãe.
Bernardo: Não!
Graciele: Então tá.
Leandro: Eu salvo uns quatro ou cinco todo dia e tiro as pessoas de dentro do caixão, passam uma ou duas semanas caminhando lá no consultório.

Bernardo: Não tira!
Leandro: Eu acho que eu tenho uma função nesse mundo.
Bernardo: Morrer, mas tem que morrer.
Leandro: Eu morro a hora que Deus quiser.
Graciele: A hora que Deus quiser (risada).

Leandro: A hora que Deus quiser. Não é pela tua boca.
Bernardo: Tu vai morrer.
Leandro: Me respeita.
Bernardo: Eu vou rezar pra tu morrer.
Graciele: Então reza, começa agora. Te ajoelha aí, ó.
Leandro: Vai ficar 20 anos... Quanto mais tu rezar pra mim morrer, pior vai ser, porque mais eu vou durar.

Bernardo: Eu quero que tu morra! Aquele dia eu...
Leandro: Quem foi?
Bernardo: Não te interessa!
Leandro: É, é “froinha”, que não é capaz de falar. Se fosse macho falava.
Bernardo: A polícia!
Graciele: Vai lá então. Vamo! Desce lá.
Bernardo: Não!
Leandro: Ó, vou falar com eles...
Graciele: Desce lá. Vai, vai lá, Bernardo. Não, vai, deixa ele!

Bernardo: Não.
Graciele: Deixa ele.
Bernardo: Tu me agrediu, tu me agrediu.
Graciele: Vai lá, Bernardo, vai lá.
Bernardo: Eu vou falar, ó, eu tenho uma a... aqui. Eu tenho uma... aqui.
Graciele: Vai indo, vai. Cagão. Ô cagão. Ô cagão, desde lá cagão. Cagou nas calça. Cagou nas calça.
Bernardo: Vamo, apura.
Graciele: Como, vamo? Cagão, vai atrás do teu pai? Vai lá macho. Vai lá cagão.
Bernardo: Meu pai me agrediu.
Graciele: Vai, vai dizer então, vai cagão.
Bernardo: Tu me bateu, tu me bateu. Tu me agrediu!
Leandro: Ó, eu faço tudo que é coisa certa, tem polícia na frente da minha casa sábado de noite, né.
Graciele: É, aham.

Bernardo: Tu me bateu também.
Graciele: É um cagão, ó, agora vai de atrás do papai, né. Cagão.
Leandro: Vamos conversar...

Bernardo: Tu me bateu... Conta que tu me bateu...
Leandro: É esse aqui que eu te disse. É esse remédio aqui que eu te disse.
Bernardo: Eu quero me matar.
Leandro: Precisa de uma água... Quantos quilos que tu tem?
Bernardo: Não sei...
Leandro: Umas 20 gotas.
Graciele: Sessenta gotas.

Bernardo: Eu vou me matar, eu vou...
Graciele: Dá uma faca, Leandro.
(Bebê chora)
Graciele: O quê? O que, meu amor? O quê? Tá frio, né, mimosa? Tá frio, tá frio.

Bernardo: Meu pai tá mandando eu dizer...
Leandro: Eu não mandei.
Bernardo: Tu disse.
Leandro: Você sabe o que tá fazendo.
Bernardo: desculpa, Kelly.
Leandro: Você sabe o que tá fazendo.
Gracile: Que seja a última vez, Bernardo.

Bernardo: Não, eu quero me matar...
Graciele: Trouxa. Retardado esse guri. Um louco, um louco.
Graciele: O que a polícia disse?
Leandro: Disse que ia acontecer, que é pra ligar pra lá.







A primeira vez que a estudante de enfermagem puncionou uma veia





 


Aos sábados e domingos o Souza Aguiar serve de laboratório para estudantes de cursos de enfermagem exercitarem na prática seus conhecimentos...

Cada etapa é acompanhada por uma professora que não perde um detalhe sequer de cada tarefa monitorando o procedimento correto...

Banho em enfermos imobilizados; troca de roupas de cama; medição de pressão e glicose e curativos...

É muito bacana ficar assistindo estes jovens aplicados com as moças com seus coques bonitos e seus estetoscópios de várias cores...

Enquanto vão executando tarefas conversam com o paciente e só calam nos curativos...

Em enfermarias quase todos pacientes convalescentes possuem uma veia transfixada por agulha e dois pequenos canos plásticos permanentes onde são ministrados soro ou medicamentos na hora marcada...

Ocorre que, eventualmente, se perde esta veia e é necessário procurar outra veia para fazer o que eles chamam 'puncionar' de punção...

Enquanto eu era atendido por uma estudante chamada Ana Clara ela me contou que ela era a única da turma que não havia 'puncionado' paciente algum...

Na realidade, para treinamento, os estudantes furam a veia uns dos outros; e, como ela não permitiu ser perfurada também não teve contrapartida...

- Não seja por isto, Ana, eu posso ser teu cobaia!

Ela fica muito nervosa, quase sem acreditar:

- O senhor tem coragem?

A professora escuta a conversa e chama a turma inteira para acompanhar Ana Clara furar minha veia trocando do braço esquerdo para o direito aquela gambiarra que na ponta contém plásticos com orifícios azul e amarelo...

Ana Clara treme muito e pede que a professora a ajude segurando sua mão enquanto eu brinco que ela deve fazer tudo sozinha pois eu confio plenamente nela...

Ela consegue, fica radiante; brinco que a tremedeira da mão direita dela é ótima para tocar pandeiro...

Quando tudo acaba finjo que estou sentindo muita dor na mão puncionada só de zoação...


Por cima da agulha é colocado esparadrapo e com caneta esferográfica apontado hora, dia e nome da enfermeira; Ana Clara deixa seu autógrafo e me diz que jamais esquecerá de mim...

Tomara que não...





Jorge Schweitzer





Aviso aos Navegantes





 






Agradeço a todos que me ligaram  ou passaram email desejando boa sorte e bom retorno...

Foram muitos, ainda bem!

Para quem  não o fez, não esquenta; não perca mais seu precioso tempo; isto comprova que só sou relevante com saúde o que prometo daqui pra frente...





Agora...

É como diz meu filho: pai, põe na cabeça; ema-ema-ema cada qual com seus pobrema...

Pior que eu não aprendo mais nesta idade que solidariedade é invariavelmente via de mão única...

Sou um sonhador irrecuperável mesmo...

Fazer o quê?!




JS








Irene Aline de Sousa, 22 anos, afirma que espancava filho de cinco anos: 'Ele mereceu'... Padrasto também é suspeito, em Águas Claras DF









Após suspeita de agressão, pai deve pedir guarda de criança de cinco anos Com a ajuda de uma vizinha, a babá fotografou as marcas da violência e denunciou o caso ao Conselho Tutelar. O menino está agora com o pai

Adriana Bernardes

A ferida aberta e as marcas roxas e vermelhas nas pernas e no bumbum denunciam os castigos físicos impostos a um menino de 5 anos em Águas Claras. O padrasto, com a conivência da mãe do garoto, é acusado de agredi-lo. A babá denunciou o caso. Incentivada pelo namorado, ela fotografou os machucados e pediu ajuda a uma vizinha, funcionária da Justiça do DF. As duas mostraram as imagens ao Conselho Tutelar na última segunda-feira.

No mesmo dia, os conselheiros estiveram no apartamento da família e conversaram com o menino. Ouviram dele que as agressões eram resultado das surras do padrasto. Os servidores, então, tentaram levá-lo ao Instituto de Medicina Legal (IML), mas foram impedidos pela mãe. A mulher se comprometeu a comparecer na terça-feira à sede do conselho para prestar esclarecimentos, o que não aconteceu. Diante disso, os conselheiros localizaram o pai biológico e o orientaram a pedir a guarda.

Ao ver os ferimentos no corpo do filho, o pintor e estudante de radiologia, de 27 anos, ficou chocado. “Deu um aperto aqui no peito”, resumiu. Ele conta que não desconfiava de nada porque, há três meses, a mãe da criança se mudou do Gama, onde viviam, e não deixou nenhum contato. “Descobri, por meio do irmão dela, que estavam vivendo em Águas Claras. Pedi para ver o menino, e ela não deixou. Já faz três meses que eu não o vejo. Nem no Dia dos Pais nem no meu aniversário ela deixou ele ficar comigo”, contou. O drama da criança foi revelado ontem no Jornal Local, da TV Brasília.

Assim que soube das agressões, o pai obteve na Justiça o direito de ficar com a criança. Acompanhado de um conselheiro tutelar e com reforço policial, retirou o filho do apartamento de Águas Claras. A prioridade, agora, é conseguir um psicólogo. O dinheiro que ganha como pintor não é suficiente para pagar um tratamento. “Fui à Vara da Infância e da Juventude e pedi ajuda ao Conselho Tutelar. Disseram que vão me ajudar. Na primeira noite em que dormimos juntos, ele acordou no meio da noite assustado. Levantou de uma vez e ficava olhando em volta. Até filmei para mostrar para a psicóloga, quando a gente arrumar uma”, revelou.


Culpa

O pai conheceu a ex-mulher em 2006. O casamento durou até 2012, apesar de nunca terem dividido o mesmo teto. Ele informou que o padrasto do garoto, engenheiro civil, era chefe dela e não soube dizer quando os dois começaram a ter um relacionamento amoroso.

No fim da noite de ontem, ele levou o menino ao IML para fazer exame de corpo de delito. Procurada pelo Correio, a babá não quis dar entrevista. À TV Brasília, a conselheira tutelar Wiara Mesquita revelou que a vítima confirmou as agressões sofridas. Além disso, o menino acrescentou que elas partiam do padrasto. A mãe dele, no entanto, assumiu a culpa pelas pancadas.

A titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), Valéria Martirena, explicou que o casal responderá em liberdade. Nos próximos dias, todos os envolvidos serão chamados para prestar esclarecimentos. Se as agressões ficarem comprovadas, os acusados podem ser indiciados por tortura ou lesão corporal grave.



Menino de 5 anos é vítima de agressão, suspeitos são padrasto e mãe em Águas Claras DF






Após suspeita de agressão, pai consegue na justiça guarda do filho de cinco anos

Conselho Tutelar de Águas Claras recebeu denúncia anônima de maus tratos



Do R7


Os hematomas e a ferida no corpo do menino de cinco anos revelam que ele foi vítima de agressão física. As fotos obtidas pelo pai da criança foram entregues ao Conselho Tutelar de Águas Claras, onde o suposto caso de maus tratos foi denunciado na segunda-feira (25). Ao tomar conhecimento do caso, o pai que tem 27 anos conseguiu na justiça a guarda temporária da criança.

Segundo o pai, o menino de cinco anos foi agredido pela mãe e o padrasto em Águas Claras. Desde que a mãe se mudou do Gama há três meses, ele não teve mais acesso ao filho. Segundo ele, chegou a procura-la, mas foi impedido de ver o filho mesmo em datas comemorativas.

— Eu pedi para ficar com meu filho no dia dos pais e no meu aniversário. A mãe não me deixou e fiquei sem saber o que fazer. Quando o Conselho Tutelar me ligou, me deu um aperto no coração em saber que meu filho estava sendo agredido de forma brutal.


De acordo com o conselheiro tutelar de Águas Claras Iran Magalhães, o caso chegou ao órgão por denúncia anônima. Eles foram até o apartamento onde a criança morava com a mãe e o padrasto. Lá, só encontraram a empregada doméstica que mostrou a criança e entregou as fotos do menino com hematomas pelo corpo.

— Quando chegamos ao apartamento, a mãe da criança ligou para a empregada e deu ordens para proibir a nossa entrada. Mas a criança confirmou que era agredida pelo padrasto e vimos pelas fotos que o menino sofria maus tratos há algum tempo. Nós notificamos a mãe a comparecer ao Conselho Tutelar para responder pela situação que encontramos.

Irene Aline de Sousa, 22 anos, compareceu ao Conselho Tutelar e negou que a criança tenha sido agredida pelo padrasto.

Segundo o conselheiro tutelar, Irene afirmou que ela mesma teria batido no menino como forma de repreensão.

A jovem foi procurada pela reportagem, mas disse que não vai comentar o caso enquanto não for notificada pela justiça.

Ela afirmou que está contratando uma advogada para se defender e não quis comentar detalhes sobre as acusações.

O caso foi registrado na Delegacia de Proteção a Criança ao Adolescente e na Vara da Infância e Juventude do DF. O pai que é pintor e faz faculdade de radiologia procura ajuda psicológica para o filho.





Ludmila Saad, de 5 anos, intoxicada por medicamentos pela tia Natália Saad, de 28 anos que também morreu, em Teresópolis RJ


 







Menina de 5 anos morta pode ter sido intoxicada pela tia, diz polícia
Tia já estava morta e a avó desmaiada quando os bombeiros chegaram.
No apartamento delas, em Teresópolis, tinham cartelas de remédios vazias.

Fernanda Soares Do G1 Região Serrana


A Polícia Civil de Teresópolis, na Região Serrana do Rio, está investigando se foi a ingestão excessiva de medicamentos que provocou a morte de Ludmila Saad, de 5 anos, da tia dela, Natália Saad, de 28 anos, e deixou a avó, Maria das Graças, em estado grave na tarde desta quinta-feira (28). A principal linha de investigação, segundo a delegada adjunta da 110ª DP, Juliana Menescal, é de que a tia, que sofria de depressão, tenha dado à sobrinha e à própria mãe uma grande quantidade de medicamentos, incluindo os de "tarja preta".

O caso aconteceu no apartamento delas, no bairro Agriões. A menina ainda chegou a bater na porta de uma vizinha, mas só deu tempo de pedir socorro, sem dar detalhes do que aconteceu. Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), médicos tentaram reanimá-la por mais de uma hora, mas ela não resistiu. A tia já estava morta quando os bombeiros chegaram ao prédio e a avó da criança está internada, inconsciente, na UTI do Hospital São José.

Junto com as caixas e cartelas de remédio vazias, que estavam no chão do apartamento e foram apreendidas, a polícia encontrou um pó branco com cheiro de amônia. O material será submetido a exame toxicológico. Segundo a delegada, a mãe e o avô da menina estão em estado de choque. Os dois estavam trabalhando no momento da tragédia. Os corpos de Natália e de Ludmila foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para passar por necropsia.


“Precisamos destes resultados para seguir com a investigação. Também aguardamos a recuperação da avó, que está inconsciente no hospital, para tentar esclarecer o que aconteceu”, explicou a delegada, acrescentando que os depoimentos colhidos de vizinhos e parentes apontam para uma ligação muito forte entre as três envolvidas.

A irmã da vítima que não morava na mesma casa contou à delegada que Natália sofria de depressão desde 2009.O caso assustou os moradores do prédio. Um vizinho que preferiu não ser identificado disse à equipe do G1 que a família morava no local há mais de 20 anos e era querida por todos.








quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Fotos sensuais das irmãs presas por tráfico de drogas em Guarapuava PR









Presas que postaram fotos sensuais na internet são irmãs, diz diretor
Fotos foram tiradas dentro da cadeia pública de Guarapuava, no Paraná.
As duas foram presas por tráfico de drogas, segundo o chefe da cadeia.

Catiana Calixto Do G1 PR, em Guarapuava

As duas presas da cadeia pública de Guarapuava, na região central do Paraná, que publicaram dezenas de fotos sensuais tiradas de dentro das celas em perfis pessoais no Facebook, em abril de 2014, são irmãs e foram presas por tráfico de drogas entre julho e outubro do ano passado, segundo o chefe da cadeia, Altemir Antonio Nascimento. Além disso, Nascimento revelou ao G1, nesta quinta-feira (28), que as duas mulheres continuam na mesma cela.

As postagens mostram as detentas seminuas fazendo poses sensuais em cima das camas de cimento das celas. Até a tarde desta quinta-feira, os perfis continuavam no ar. As atualizações nos perfis foram descobertas pelos responsáveis pela cadeia pública logo que foram publicadas na rede social e, à época, os telefones celulares que estavam com as presas foram apreendidos e, como punição, as detentas ficaram um mês sem receber visitas.


Nascimento explicou que, atualmente, a cadeia pública de Guarapuava abriga 294 presos, entre homens e mulheres. Entretanto, a unidade foi projetada para abrigar 166 detentos. Na ala feminina, que é composta por apenas duas celas, deveriam ficar no máximo 11 pessoas em cada, mas os espaços já acumulam 29 detentas.

O chefe da cadeia pública do município relatou, ainda, que telas de proteção foram colocadas no solário da cadeia e nas janelas que dão acesso aos corredores e cubículos para dificultar a entrada de celulares. O local, ainda de acordo com ele, possui detectores de metais e é feita revista em visitantes. Entretanto, entre janeiro e julho deste ano, os agentes carcerários apreenderam 125 celulares na cadeia de Guarapuava. Nascimento alega que, geralmente, os telefones são arremessados no solário da cadeia, principalmente em dias de sol, ou são levados escondidos por familiares, até mesmo em partes íntimas, e entregue durante as visitas.

Além disso, o chefe da cadeia informou que é feito um controle do perfil de todos os presos nas redes sociais para verificar se há alguma atualização enquanto eles estão detidos.

De acordo com a 1ª Vara Criminal de Guarapuava, uma das detentas que tirou as fotos sensuais foi condenada a 5 anos e 6 meses de prisão e está cumprindo a pena em regime fechado desde junho deste ano, quando a sentença sobre o caso dela foi proferido pelo juizado. Já a outra presidiária, foi condenada a 13 anos de 1 mês de reclusão em regime fechado por tráfico e associação ao tráfico. Ela cumpre pena desde o dia 31 de janeiro deste ano.


 



PS: Amigos, acredito que deixei definitivamente  de ser seletivo pois estas donas aí acima me impressionam... No más, dizem que mulher feia e santana táxi a gente só pega em dia de chuva ou madrugada... Deve ser por aí...  JS



 

O prisioneiro da enfermaria 504 e o assassino de criança do andar debaixo









Foi durante o horário de visita que começou  as 13 horas da quarta-feira  20 de agosto...

Uma TV na enfermaria transmite matéria do  RJ TV onde um delegado reagiu a assalto e matou dois bandidos, baleou outro e um menor foi apreendido...

Antes mesmo  de acabar a reportagem na TV a enfermaria é invadida por PMs empunhando  fuzis em uma mão e utilizando a outra para empurrar  maca com um sujeito com um buraco de bala na costela, já com um cano de plástico instalado como dreno logo abaixo de seu braço direito...

Policiais comemoram o troféu falando e rindo alto sem entendermos a razão de permanecerem no local após deixarem o preso por lá apenas com a escolta regulamentar...

As próximas horas rolam pesadas...

O preso recebe visita da mãe na parte da tarde, ela o unge com um óleo na fronte e faz uma oração...

Nos dias seguintes me aproximo do preso, vou sabendo de sua história e a versão correta  que ele se nega informar aos policiais civis, por recomendação de sua advogada,  que o visitam...

Lógico, igualmente não irei reproduzir por aqui...

Não lhe dei conselhos que só enchem o saco alheio e não mudam ninguém, até lhe falei que se ele fosse filho meu eu o abandonaria a própria sorte após fazer uma cagada destas...

Os pais deste rapaz de 19 anos não o abandonaram, ficavam horas na portaria do hospital tentando algum contato; tentando lhe passar alguma foto para que ele não perdesse o elo familiar ou se sentisse abandonado...

Teve uma hora que ele desabou e ficou chorando durante muito tempo cobrindo o rosto com a mão que não estava algemada à cama...

No último final de semana em que estive internado a gente já conversava normalmente e a escolta até permitia que ele fizesse as refeições sem algemas...

Este prisioneiro e um outro enfermo de acidente de moto eram os que sentiam mais dores e eu era o único que se locomovia  e podia pedir socorro aos enfermeiros de plantão que sempre atendiam; jamais um sequer fez cara feia ou deixou de intervir...

Eles até me zoavam que o único que tinha 'moral' para pedir algo por ali era eu...

No mais, a gente se distraia contando bobagens; esgotei meu repertório de abobrinhas para melhorar o clima por ali enquanto que eles repetiam a toda hora que somente eu para fazê-los rir deles mesmos e até esquecer que estavam ali naquela condição...

Por vezes temos obrigação  de utilizar toda extensão de nossa capacidade de disseminar alguma felicidade e uma ponta de esperança no meio do caos...

Quando se aproximou a hora da minha alta, eles ficaram torcendo de brincadeira para dar algum problema e eu continuar internado para lhes fazer companhia...

Quando eu dormia tinha um  paciente -  que aguardava cirurgia de apêndice  e tinha insônia - que ficava só me monitorando para eu acordar logo para conversar com ele e caminhar pelos corredores no que eu passei a chamar de meu Cooper pelo Souza Aguiar...

Também durante este período visitei outras enfermarias onde fiz amizades e aproveitávamos para trocar visitas para não dormirmos cedo driblando a insônia e as dores que parecem só chegar com a madrugada...

Nestas incursões conheci o caso de outro prisioneiro que teve uma granada explodida em suas mãos decepando dedos, chamuscando cabelos e marcando o corpo inteiro com aquelas marcas características de pregos arremessados na explosão de pólvora...

Conversamos bastante também...

O fato ocorreu no Morro da Providência, ali atrás da Central, e uma mulher e um menor de idade igualmente foram feridos...

E...

Noutra enfermaria, outro sujeito escoltado pela PM; ele estava com um tiro na cabeça...

Ele havia matado a mulher e uma criança, sua filha,  a tiros e tentado suicídio...

Achei melhor não me aproximar de seu leito...

Não sei qual será minha reação ao encontrar cara a cara alguém que acabou de  matar  uma criança...

Melhor não testar pra ver...





Jorge Schweitzer













Fotos da ex-nadadora Rebeca Gusmão após dieta









Rebeca Gusmão mostra fases do corpo em fotos: 'Tinha vergonha'
Ex-nadadora teve menopausa aos 28 anos pelo baixo índice de gordura no corpo e conta que fez dieta maluca: 'Só comia peixe cru, brócolis e shake'.

Carol Marques do EGO, no Rio


A vida de Rebeca Gusmão daria filme, seriado e o que mais viesse além de livro de autoajuda.  Campeã de natação com títulos brasileiros e internacionais, a ex-atleta passou por duas depressões, nadou contra a corrente da doença e hoje volta a ser exemplo para quem sobrevive no caos onde ela própria já esteve. "Chorei muito esta semana quando uma senhora me disse que estava em depressão há anos e tinha largado a taça de vinho que toma sempre ao ler minha entrevista no EGO", conta ela, que pela primeira vez mostra uma foto do tempo em que teve o menor peso de sua fase adulta: "Cheguei aos 64 kg e fiquei esquelética, com a aparência doente. Tinha muita vergonha de mim. Só tive este peso aos 13 anos".


O peso de Rebeca, aliás, teve muitas oscilações. Quando teve uma primeira depressão, por conta de seu afastamento das piscinas quando foi acusada de dopping, ela chegou aos 104 kg. "Ainda não sabia que era depressão, não tomei remédio nem nada e fui engordando, compensando na comida os meus problemas. Para emagrecer passei seis meses comendo peixe cru, brócolis e bebendo shakes emagrecedores. Cheguei aos 80 kg e fui a um nutricionista que me mandou comer de tudo, mas eu não fazia isso e cheguei aos 64 kg", relata ela, que hoje pesa 73 kg para seus 1,78m: "Cheguei a ter menopausa nesta época porque só tinha 6% de gordura corporal. Agora tenho 13%".
Rebeca Gusmão (Foto: Arquivo Pessoal)Rebeca Gusmão teve menopausa precoce por conta do
baixo peso e do índice de gordura corporal de apenas
6% (Foto: Arquivo Pessoal)

Rebeca conta que hoje está em sua melhor forma e se permite comer de tudo nos fins de semana. "Como chocolate o dia inteiro, sanduíche, pipoca. Não dá para ficar neurótica", jura ela, que mantém o metabolismo de atleta: "Já perdi sete quilos em uma semana".

Os músculos bem trabalhados e o abdómen invejável, no entanto, Rebeca esculpe em aulas de crossfit, natação e futebol. "Terça e quinta jogo futebol; quarta e sábado faço natação e, às segundas e sextas, vou para o crossfit. O segredo é não passar muito tempo na academia. Uma hora, uma hora e meia é o suficente. Minha memória muscular é grande porque minha maturação foi toda como atleta", enumera ela, que deixou a musculação de lado: "Senão ganho muito músculo. Por isso não faço nada para os membros superiores".
Rebeca Gusmão (Foto: Arquivo Pessoal)A ex-nadadora conta que mantém uma dieta regrada
durante a semana, mas se permite comer o que quer
nos fins de semana (Foto: Arquivo Pessoal)

Consciente do próprio corpo, Rebeca diz que jogou todas as fotos da fase gordinha fora. "Aquela não era a Rebeca que todo mundo conhecia. Tinha vergonha e ficava ainda mais deprimida. Ver as pessoas se espelhando na minha história é gratificante", observa ela, garantindo não ser adepta de bombas: "Nunca tomei nada, mas as pessoas sempre vão dizer o contrário. A única vez que precisei de hormônio foi há pouco tempo, no ano passado, porque precisava regularizar o organismo e ganhar peso. Não posso ter menos que 71kg".





quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Charge on Line














Áudio da discussão de Graciele Ugulini com o menino Bernardo Boldrini: 'Você não sabe do que eu sou capaz'







Durante a discussão com o menino, Graciele desafia: "Tu não sabe do que eu sou capaz"

por Mauricio Tonetto, de Três Passos


É com um longo pedido de socorro de Bernardo que começa um trecho de um dos vídeos recuperados do celular de Leandro Boldrini, pai do garoto de 11 anos assassinado em abril deste ano, em Frederico Westphalen, noroeste do Rio Grande do Sul.

"Socorro", grita o menino cinco vezes seguidas. Na sequência, desenrola-se mais uma das tantas brigas entre a madrasta Graciele Ugulini e o menino em agosto de 2013, na casa da família, em Três Passos. A discussão é presenciada por Leandro.

Ouça trecho da conversa gravada no celular de Leandro Boldrini:



Veja a transcrição do áudio de um dos vídeos:

Graciele: (...) vai lá pedir socorro, vai lá.
Bernardo: Vão vocês!
Leandro: Quem que começou a bagunça?
Bernardo: Vocês me agrediram, tu me agrediu.
Graciele: E vou agredir mais. A próxima vez que tu abrir a boca para falar de mim, eu vou agredir mais.
Leandro: Xingando ela. Ninguém merece ser xingado, né, rapaz.
Graciele: Eu vou agredir mais, eu não fiz nada em ti.
Bernardo: Fez sim. Tu me bateu.
Graciele: Tu não sabe do que eu sou capaz.
Bernardo: Tu me bateu.
Graciele: Tu não sabe.
Bernardo: Tu me bateu.
Graciele: Eu não tenho nada a perder, Bernardo. Tu não sabe do que eu sou capaz. Eu prefiro apodrecer na cadeia do que ficar vivendo nesta casa contigo incomodando. Tu não sabe do que eu sou capaz.
Bernardo: (...) queria que tu morresse.
Graciele: Tu não sabe do que eu sou capaz. Vamos ver quem tem mais força. Aí nós vamos ver quem tem mais força. Ahhh, nós vamos ver quem tem mais força.
Bernardo: Quando tu morrer.
Graciele: É, então nós vamos ver quem vai para baixo da terra primeiro.
Bernardo: Tu. Tu vai.
Graciele: Então tá, se tu tá dizendo.
Bernardo: Tu vai.


Boldrini apagou o vídeo do celular após o assassinato de Bernardo, mas técnicos do IGP conseguiram recuperá-los. As imagens foram exaustivamente examinadas durante a audiência realizada na terça-feira, em Três Passos, e causaram “grande impacto”, de acordo com a delegada Caroline Bamberg.

Caroline explicou que os vídeos foram gravados por Graciele com o intuito de demonstrar o comportamento agressivo de Bernardo em um possível processo. Porém, neste primeiro áudio, na briga, ela perdeu o controle e disparou agressões e ameaças. Bernardo berrou e clamou por socorro diversas vezes, até que a Brigada Militar foi à residência. O menino ainda foi ironizado pela madrasta, que o chamou de “cagão”, e ficou grogue após receber medicamentos do pai.

O advogado de Boldrini, Jader Marques, reconhece que os vídeos são impactantes e explicitam o péssimo relacionamento entre seu cliente e o filho. Mas, segundo ele, não são suficientes para vinculá-lo ao crime.






PS: Cada ato desta tragédia anunciada vai demonstrando o grau de periculosidade deste casal macabra que matou uma criança absolutamente indefesa tinha razões de sobra para pressentir e mesmo com seu grito de socorro o judiciário foi inoperante para salvá-lo... Exatamente como aconteceu com Joanna Marcenal... JS





Anderson Lúcio de Oliveira, agressor covarde de Fernanda Regina Cézar Santiago em São Roque SP, afirma que está 'completamente arrependido'...









Nada como uma boa cadeia para reconduzir qualquer valentão de merda à realidade...

Anderson Lúcio de Oliveira demonstrou completo desprezo pelo semelhante ao agredir de maneira covarde Fernanda Regina Cézar Santiago e continuar tomando seu chope tranquilamente como se nada houvesse feito...

Agora, na boa, será que se o Anderson tivesse sido xingado pelo Minotauro ele teria a mesma reação?

Lógico que não...

Anderson só está 'completamente arrependido' após sentir a trosoba penitenciária entrando...

Seus advogados emitirem nota de consternação piora a situação já que estão tentando lavrar atestado de palhaços em juízes para que lhes bonifiquem com habeas corpus...

Que o 'empresário' Anderson Lúcio de Oliveira tome uma cana dura complementada com processo civil pesado...

O que este idiota fez é desqualificante...




Jorge Schweitzer








Matada morte morrida













Foi punk!


Fui operado as pressas no Hospital  Souza Aguiar do RJ na madrugada de 18 de agosto último...


Quando me informaram que  estado era muito grave achei que estavam blefando...


Meus sintomas começaram com sinais que foram confundindo médicos mesmo após exames de sangue, urina e vários raios-X...


A dor era muito forte e acalmou na primeira medicação no posto da UPA ao lado do hospital...


Daí comecei a transpirar tão intensamente que todos em volta me olhavam assustados em razão do ar condicionado muito forte...


O médico foi chamado e me informou que convocaria o maqueiro imediatamente para me transportar para o Souza Aguiar ao lado...


Me neguei a embarcar naquele carrinho padiola movido a bateria, fui andando ao lado; eu acreditava ridículo um aparato todo para uma simples prisão de ventre...


Cheguei no Souza Aguiar e fui colocado numa tal de sala Verde onde dois médicos que passavam para atender aleatoriamente  outros pacientes pararam ao me avistar me conduzindo  a uma pequena sala e me deitaram na cama apertando minhas barriga inteira; fui mandado imediatamente para tomografia...


Novamente me neguei subir na maca e fui caminhando com o maqueiro ao lado até o sexto andar...


Ao retornar para a tal sala Verde, o resultado da tomografia já havia sido checada pelos dois médicos que haviam me escalado la embaixo e cruzada com o exame de sangue eles mandaram preparar a sala de cirurgia imediatamente...


Eu estava com apendicite e havia perfuração de intestino correndo risco de  entrar em choque, infecção generalizada e falência múltipla de órgãos...


A percepção deste dois médicos foi certeira; eu ainda tentei me socorrer com uma médica - que acabou participando da operação mais a frente - pedindo, rindo muito,  para que ela não permitisse que me operasse pois eu estava muito bem e querendo voltar pra casa...


Um dos médicos depois me contou que se não existissem exames de última geração seria muito difícil algum deles  ter identificado a gravidade do quadro  no momento em que eu disfarçava a dor que normalmente deixa paciente completamente prostrado...


Quando o médico me avisou que deveria ir ao banheiro na minha frente para  tirar a roupa  colocando um macacão e saiu da sala eu me preparei para fugir em direção ao corredor contrário procurando alcançar o Campo de Santana e pegar o primeiro táxi que passasse...


Só que, o médico saiu da sala e ficou bloqueado pela maca em sentido contrário e voltou...


Era a minha maca, não havia mais como eu escapar...


Tirei a roupa, meus pertences foram colocados num guarda volumes para apanhar quando saísse já que eu estava desacompanhado...


Ao preencher minha ficha a moça pediu o telefone de alguém para ser avisado...


Contei que preferia que ninguém fosse avisado e até fiz uma brincadeira:


- Moça, se algo der errado eu retorno noutra carcaça na semana que vem e ainda volto só para lhe cumprimentar pergunto se você ainda lembra de mim...


Ela ri muito...

Eu não sabia se sairia daquela, mas também não queria assustar ninguém desnecessariamente...



Subo, desta vez teve que ser na maca mesmo...


Vou contando as luzes do teto de todos corredores enquanto o maqueiro comenta que finalmente eu tive que usar o trabalho dele...


- É, amigo, não gosto de usar maca ou cadeira de rodas; gosto de comandar meus passos...


A sala de cirurgia se abre, não há mais como fugir...


- Caramba, vocês são sanguinários mesmo; falaram que iriam me esfaquear e estão cumprindo...


Os médicos riem...


A médica anestesista avisa que irá me sedar; usa meu pulso esquerdo; um médico pergunta se senti a agulhada...


- Senti nada, não deve ter enfiado a agulha...


- Já anestesiou, olha só o tamanho da agulha, esta é a diferença de um profissional comum para um top...


A agulha de anestesia na realidade é um cánulo de metal inox não descartável e me mostra um pingo de meu sangue na ponta já que eu insistia em não acreditar...


Colocam e retiram seguidamente  uma máscara de oxigênio pedindo para que eu respire lentamente...


Vou conversando até apagar...


Como se não tivesse havido este tempo de apagão...


As horas subsequentes desapareceram...


Não vi clarão do outro lado...


Nada...


A cirurgia  termina as três horas da madrugada já de terça feira...


Uma voz ao lado me chama:


- Jorge, acorda Jorge, acabou!


Eu ainda estava delirando, alguém me avisa que me debati muito e tiveram que me amarrar mas que me desatará imediatamente...


Pergunto se posso dormir mais um pouco aproveitando a boa sensação da anestesia  e ao ser autorizado peço que voltem a me amarrar já que sou um sonhador compulsivo e certamente vou continuar remexendo os braços...


Sou amarrado novamente, agora, a meu pedido...


Acordei desamarrado e leve...


Só tive consciência completa da gravidade  que transpassei nos dias subsequentes quando a junta médica se reunia diariamente na enfermaria para avaliar cada paciente da unidade...


Mas, encaro sempre os maiores riscos com a mesma serenidade, sem desespero...


Já passei por algumas situações em que manter a calma se tornou meu trunfo...


Fiquei este tempo sem dar notícias por aqui pois prefiro sempre  primeiro resolver meus problemas para depois contar...


Até pensei em não narrar nada, mas no período  em que fiquei internado aconteceram episódios interessantes que contarei mais a frente...


Estou me recuperando para voltar com mais gana ainda...


É emblemático como dois médicos olharam na minha direção numa sala com 30 pessoas em estado gravíssimo  e muitas gemendo alto - e,  em que fui o último a entrar -  eles me escalaram apesar de eu me negar a operar jurando que estava tudo bem e que eu só queria ser medicado e ir embora...


Agora, na boa, eu não poderia ir embora assim sem mais nem menos...


Ainda não fiz o suficiente...


Me foi dado um bônus para completar o que me foi determinado...


Ih, 'determinado',  tá parecendo papo de evangélico...


Mas, não me converti; apesar dos vários pastores que frequentavam minha enfermaria...


Segurei o rojão com lucidez...


E, já que não rezo, nem oro; sabem no que me garanto?


Nesta quantidade toda de gente que reza por mim!


Por favor, não parem; não vou decepcioná-los!


Obrigado!







Jorge Schweitzer