terça-feira, 1 de setembro de 2015

O retrato que eu te dei, se tiver, devolva-me...




Toda mulher acha que sua vida daria um livro...

Lógico...

E se ela não achar, a gente trata de informá-la...

Elas adoram...

Só falamos o que elas gostam...

Quer ver
?

Quando nos aproximamos, mentimos que vamos ao teatro duas vezes ao mes; ao cinema quatro; conhecemos todos melhores poetas e dançar é nossa especialidade...

Qualquer mulher sensata concluiria que sujeito deste só pode ser baitola...

Elas anseiam que o homem ideal...

Mulher tem fixação absurda por dançar...

Ao nascerem, algum Deus adorna um par alado de asas nos pés de vento da futura bailarina...

Voce, minha cara leitora, poderia nos informar se jamais frequentou escola de dança clássica na infancia ou não
?

Todas
!

Só que...

Vira frustração ao desvendarem que o atual esposo é um pé duro dos infernos...

Mas...

Elas não desistem...

Enquanto aguardamos aposentadoria treinando dominó para jogar na praça...

Elas armazenam sapatilhas rosas no fundo do armário esperando nosso infarto do miocárdio...

Ensaiando rodopios em bailes da terceira idade...

Entre elas mesmas...

Os únicos velhos sobreviventes disponíveis no salão estarão mascando a dentadura...

De boné preto de couro combinando com a pochete e envernizado sapato branco e marrom...

Segurando a bailarina como andador...




Jorge Schweitzer

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Brincar de Deus




Iniciou com a ovelha Dolly...

Agora a Máquina do Fim do Mundo...

Gostamos de brincar de Deus...

Como a bailar no cordão do Bola Preta...

E onde está o burro da ponta da corda?

O cordão umbilical a armazenar genomas na geladeira...

Tal a cabeça congelada do Walt Disney sem serventia...

Estamos condenados a perseguir um final melhor depois do gadanho...

O inconformismo com a morte...

A revolta com a vida...

Não temos tempo de garantia...

Acho que sou sujeito de bem...

Mas aguardo proposta por meus dez por cento...

Meu over price sem pudor...

Juro que aceito propina do tamanho da minha falsidade ideológica...

Corto duas pernas se algum pastor Universal me garantir que acerto na Mega...

E desposo uma prostituta de Maricá para me assassinar...

Sou da pista...

Sou da vida...

Aceito até parcelado sem juros...

Juro...

Resgatando a baixo estima universal...

Quero ser milionário...

E comprar todas as almas sem orçamento...

E cumprir a missão...

Sendo contemplado a ser enterrado depois de alguém descobrir a fórmula da solução da calvície...

Usar óculos para leitura, tudo bem...

Careca é odioso...

Quero morrer tão cabeludo quanto era nos anos setenta...

Nem me importo de ir para o inferno...

Mas com cabelos sedosos...

Ah! Sim...

Considero o pente Flamengo dobrável a maior invenção humana...

Quem nunca teve um que atire a primeira peruca...





Jorge Schweitzer


domingo, 30 de agosto de 2015

Santo Forte - A história do Taxista Paranormal e Superpoderoso



Menino de Central Brasil cresce e interpreta taxista paranormal  
Vinicius de Oliveira como o taxista João da Cruz Forte na série Santo Forte, que estreia hoje (30) no AXN

Por DANIEL CASTRO

Em 1998, com apenas 13 anos, Vinicius de Oliveira encantou o mundo ao dar vida ao menino Josué de Central do Brasil, filme de Walter Salles que se tornou um marco do cinema nacional. A saga do garoto que seduziu a personagem de Fernanda Montenegro em uma jornada em busca do pai venceu o festival de Berlim e o Globo de Ouro e quase faturou um Oscar. Desde então, Vinicius atuou em várias novelas (a última foi O Rebu) e filmes, mas nunca mais brilhou. Aos 30 anos, o ator ganha hoje nova chance: estreia seu primeiro protagonista na TV com Santo Forte.

Na série nacional que o canal AXN apresenta logo mais, às 21h, Oliveira interpreta um taxista paranormal e superpoderoso. Ao receber o dinheiro de seus passageiros, ele tem a capacidade de perceber que a pessoa enfrenta um problema grave, como, por exemplo, uma idosa que é agredida por um agiota. Com a parceria de um pai de santo, ele tenta ajudar a pessoa, mas não é um herói convencional. "O que o personagem mais quer ele nunca alcança", avisa o criador da série, o norte-americano Marc Bechar.

Produção da Moonshot (a mesma de Sessão de Terapia), Santo Forte é um produto bem nacional _apesar do roteirista e da estrutura narrativa americanos. Traz um taxista de "corpo fechado", que se envolve com os passageiros, e faz suspense com elementos de religiões afro-brasileiras, misturando candomblé e umbanda com espiritismo.

Dez anos atrás, um "acontecimento grave e fundamental" deu a João da Cruz Forte, o taxista de Vinicius de Oliveira, a missão de ajudar seus passageiros, a conexão com o pai de santo Celso (Thiago Justino) e o poder de sobreviver a um ataque de tiros. O roteirista Bechar, no entanto, trata essas habilidades como "bênção, poder e maldição". Nem sempre elas trarão um desfecho feliz. No cotidiano, a paranormalidade acaba afastando João de sua família, aumentando as cobranças da mulher evangélica, Dalva (Laila Garin).

Santo Forte conta uma história por capítulo. No arco narrativo principal, mostrará ao longo dos 13 episódios os segredos que envolvem o taxista e seus superpoderes. Para tanto, contará com um repórter investigativo, Fábio (Gulherme Dellorto).

A série foi quase toda gravada em locações e externas do Rio de Janeiro, em uma linguagem realista, com uma fotografia de "filme noir carioca", na definição do diretor João Machado.

Todas as cenas foram captadas em apenas 11 semanas, em jornadas de 12 horas de trabalho. Escolhido entre 45 outros candidatos, Vinicius de Oliveira está em 80% das cenas. "O processo de filmagem foi super-intenso", lembra o ator. "Às vezes, gravávamos cenas de quatro episódios diferentes em um dia, então a maior preocupação era contar uma história consistente", diz ele, adepto do candomblé.

Superlua no RJ, sábado 29/agosto/2015


Abraço






Curioso...

Muitos falam em Deus que nem ao certo sei se acreditam da existência...


Como a purgar culpas tal quem dá esmola na porta da igreja ou dizimista fiel de ávidos eloquentes pastores...


Nesta semana recebi um abraço tão sincero como uma dádiva divina...


Sem me perguntar nada...


Em meio ao meu silêncio...


Alguem que sabe de onde venho...


Sem questionar pra onde quero ir...


Apenas o abraço...


Como um sopro de Deus...


Não tem preço...





Jorge Schweitzer





 

sábado, 29 de agosto de 2015

Charge on Line


Mujica no Bar do José, Rua Barão de Ubá com Santa Amélia, Tijuca RJ








Amanhecer na Enseada de Botafogo RJ



Thiago Marinho Magalhães de Andrade confessa ter assassinado menina de 2 anos de idade na Rocinha RJ





Suspeito de espancar e matar criança de 2 anos na Rocinha é preso
Menina era enteada do agressor.
Causa da morte foi rompimento do fígado.


Alba Valéria Mendonça



Uma criança de 2 anos foi morta vítima de espancamento na manhã sexta-feira (28) na Rocinha, na Zona Sul do Rio. O suspeito foi preso à noite, e é o padrasto da menina. 

Segundo o delegado Gabriel Ferrando, da 11ª DP (Rocinha), o auxiliar de pedreiro Thiago Marinho Magalhães de Andrade, 19 anos, confessou o crime. Ele disse que perdeu a cabeça porque a criança fez xixi na cama.

Thiago foi autuado por homicídio duplamente qualificado. O delegado vai  tentar ainda neste sábado (29) a prisão preventiva do padrasto.

O delegado contou que o auxiliar de pedreiro chegou com a enteada já morta por volta das 9h, de sexta, à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Rocinha. Como a menina, Lara Sofia Dias Ribeiro, sofria de uma cardiopatia grave, os médicos só começaram a suspeitar de que ela tinha sido vítima de espancamento quando notaram lesões típicas de maus tratos em seu corpo. O caso foi comunicado à delegacia.

"Assim que recebemos essa informação, fomos à favela conversar com vizinhos, parentes e funcionários da creche onde ela costumava ficar. Fizemos um levantamento dos dados e informações. Junto com uma equipe da Divisão de Homicídios, acompanhamos toda a necrópsia da crianças, o que foi fundamental para pedir a prisão do padrasto. A menina morreu vítima de uma ação contundente abdominal que causou o rompimento do fígado. Ela também apresentava outras lesão internas graves", detalhou Ferrando.

Segundo o delegado, Lara tinha outras marcas pelo corpo, indicativas de maus tratos que ela vinha sofrendo há mais tempo. Por conta disso, ele pretende aprofundar as investigações para saber se a mãe de Lara, que é babá, teria conhecimento dos maus tratos sofridos pela filha. A menina também tem uma irmã de 4 anos, que aparentemente, não apresenta lesões pelo corpo, como observou Ferrando.

"Inicialmente está descartada a participação da mãe da criança neste crime. O espancamento ocorreu quando ela não estava em casa. Mas vamos aprofundar as investigações com relação à outra criança e para saber se ela sabia dos maus tratos sofridos por Lara.  O padrasto cometeu um crime tão brutal que impressionou até mesmo os policiais que participaram da investigação", disse o delegado.

Laudo fala em 'força brutal'

O suspeito confessou a polícia que deu 5 a 6 socos na vítima. A mãe da criança não estava em casa no momento das agressões. O delegado ainda explicou que o laudo da necrópsia fala em "força brutal" que provocou hemorragia após o rompimento do fígado.

A expectativa da polícia é que Thiago seja transferido para um presídio ainda hoje. Ele vai responder por homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e impossibilidade de defesa) — a pena pode chegar a 30 anos de prisão. Exames complementares no corpo da criança vão definir se há lesões anteriores. Neste caso, Thiago pode responder também por maus tratos. Ferrando também encaminhou à Justiça um pedido para que o auxiliar de pedreiro responda ao processo preso.


terça-feira, 25 de agosto de 2015

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Médico Luiz Henrique Semeghini assassinou Simone Maldonado com 7 tiros em outubro de 2000 e até presente data ainda não foi julgado





Allan de Abreu


O juiz da 2ª Vara Criminal de Fernandópolis, Vinicius Castrequini Bufulin, marcou para agosto o júri do médico Luiz Henrique Semeghini, assassino confesso da mulher, Simone Maldonado, há quase 15 anos, em outubro de 2000, no crime passional mais rumoroso da região. Será o segundo julgamento de Semeghini, já que o primeiro, em 2008, quando foi condenado a 16 anos de prisão, foi anulado pelo Tribunal de Justiça (TJ) devido a uma falha técnica da ata de julgamento, que contabilizou erroneamente os votos dos jurados.


Bufulin havia agendado esse segundo julgamento para janeiro do ano passado, mas logo em seguida o júri foi suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a pedido do advogado do médico, Alberto Zacharias Toron, com o argumento de que a defesa sofria “coação ilegal”, uma vez que tanto Bufulin quanto o TJ haviam indeferido a realização de diligências e a oitiva de testemunhas antes do júri popular.


Devido a uma enxurrada de recursos dos seus advogados de defesa, a ação penal contra Semeghini é a mais longeva da comarca de Fernandópolis. “O descrédito com a Justiça devido a tamanha demora é evidente”, afirma o juiz Bufulin. Toron disse há pouco que vai acatar a decisão do juiz. "Vamos ao júri."


Crime


Semeghini matou a mulher às 6h do dia 15 de outubro de 2000 em Fernandópolis. O casal chegava de um baile e teve uma forte discussão no quarto - Simone, na época, queria a separação, o que o médico não aceitava. A mulher já estava deitada na cama quando Semeghini se aproximou dela, colocou um travesseiro sobre seu corpo e fez sete disparos com um revólver calibre 32 - três atingiram o queixo e quatro o estômago da vítima. Simone teve morte instantânea. O crime não teve testemunhas - na mansão, além do casal, só havia a filha mais velha, então com 13 anos, que não ouviu os disparos.





PS: 15 anos para julgar um caso de assassinato confesso com 7 tiros a queima roupa foge completamente a compreensão, chega a ser um achincalhe; um deboche... Na realidade, se os componentes do TJ/SP não sentem vergonha pode deixar que a gente sente por eles...  Êta país de merda! Agora, na boa pessoal, como é que este indivíduo ainda possui clientes; como é que consegue pacientes para tratar?  Pô, pessoal de Fernandópolis, cabe pelo menos boicote social neste vagabundo... Por favor... Jorge Schweitzer

 





domingo, 23 de agosto de 2015

Delegada Monique Vidal e o filho do Pitanguy



O filho do Pitanguy não teve direito a tratamento diferenciado pura e simplesmente por ter esbarrado na delegacia sob responsabilidade da delegada Monique Vidal, não tenham dúvidas...

Vejam como o jornal Extra deu a notícia:

O acidente aconteceu por volta das 23h30, na Rua Marquês de São Vicente, na Gávea, próximo à PUC. Naquele dia estava chovendo e o empresário bateu de carro num poste antes de atingir José Fernando. A vítima trabalhava nas obras de expansão do metrô da Zona Sul para a Barra e chegou a ser levada para o Hospital Miguel Couto, mas não resistiu aos ferimentos.
A delegada Monique Vidal foi certeira e determinou prisão em flagrante do empresário Ivo Nascimento Pitanguy após testemunhas afirmarem que ele estava completamente alcoolizado, falando desconexo e com andar absolutamente trôpego e com 240 pontos na carteira de habilitação...

Inicialmente a mídia igualmente divulgou que o Ivo Nascimento Pitanguy estaria em estado muito grave e em coma; não colou, Monique Vidal mandou apanhá-lo no Miguel Couto e conduzí-lo à delegacia e posteriormente a Gericinó devidamente algemado no caminho...

Eu conheço um policial da equipe da Monique Vidal e na época das investigações do Caso Joanna Marcenal até comentei com ele sobre eles haverem conseguido enquadrar a procuradora Vera Lucia Sant'Anna Gomes que maltratava sua filha adotiva e enfiá-la imediatamente na cadeia e um  serventuário bunda suja como o André Rodrigues Marins ainda passeava todo faceiro no Forum; este policial disse que o ponto nevrálgico de qualquer destas questões é a boa elaboração do inquérito policial. Um inquérito mal direcionado destrói qualquer possibilidade de condenação...
Pois é, bandido que cai na mão da delegada Monique Vidal  não resolve ter padrinho poderoso nem tentar sequer esboçar um 'sabe com quem está falando'...

Parabéns, Delegada, parabéns!




Jorge Schweitzer



sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Charge on Line



Fotos de Ivo Nascimento de Campos Pitanguy, 59 anos, desapareceram da Rede após atropelamento com morte no RJ




Foto do filho do Pitanguy deve estar sendo disputada pela imprensa... 

Pouco provável que não apareça algum enfermeiro do Hospital Miguel Couto que o capture com o celular onde ele está internado... 

A menos que tenha sido transferido para  Clínica do pai na Rua Dona Mariana, 65 Botafogo RJ... 

A foto da família Pitanguy inteira acima é muito antiga;  o Ivo Nascimento de Campos Pitanguy está com 59 anos de idade, vejam fotos atualizadas abaixo ..





Agora, engraçado esta coisa de ocultar as cagadas que gente famosa providencia, se fosse o operário do Metrô que tivesse atropelado o filho do cirurgião a foto dele estaria na capa de O Globo, o Dia, Veja, NYT e o escambáu...




Jorge Schweitzer






Ivo Nascimento de Campos Pitanguy é preso após matar por atropelamento operário do Metrô na Gávea RJ




Empresário é preso em flagrante em hospital do Rio após atropelamento
Ivo N. Pitanguy responderá por homicídio culposo e embriaguez no volante.
Ficha do motorista no Detran tinha 70 multas em 5 anos.

Alba Valéria Mendonça

    

Um empresário foi preso em flagrante no Hospital Miguel Couto após o acidente em que atropelou e matou o operário José Ferreira da Silva, 44 anos, na Gávea, Zona Sul do Rio, na madrugada desta sexta-feira (21). Segundo a delegada Monique Vidal, Ivo Nascimento de Campos Pitanguy, que dirigia o carro, responderá por homicídio culposo e embriaguez ao volante.


Em depoimento, de acordo com a delegada, um PM e dois bombeiros que socorreram o motorista afirmam que ele se recusou a colocar o colar cervical, não queria permitir os procedimentos de primeiros socorros, estava visivelmente alterado e com hálito alcoólico. Ainda de acordo com Monique Vidal, os bombeiros afirmaram em depoimento que em momento algum o motorista se preocupou com a vítima.

Segundo a delegada, a ficha de Ivo Nascimento de Campos Pitanguy no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RJ) tem 23 folhas, com 70 multas aplicadas nos últimos 5 anos, o que dá mais de 240 pontos na carteira. Do total de multas, 14 são por dirigir embriagado.

"É um absurdo que, com essa quantidade de pontos, ele não tenha tido a carteira apreendida. Já deveria ter perdido há muito tempo. Está colocando a vida dos outros em risco, como aconteceu com o operário", disse a delegada.


Atropelamento

José Ferreira foi atropelado Rua Marquês de São Vicente, uma das principais da Gávea, na madrugada desta sexta-feira. Ele chegou a ser levado para o Hospital Miguel Couto, também na Zona Sul, mas não resistiu. José trabalhava como operário na obra da linha 4 do Metrô e voltava do trabalho no momento em que foi atropelado. O caso foi registrado na 14ª DP (Leblon).

Como informou o Bom Dia Rio, Ivo perdeu o controle do carro e invadiu a calçada. Chovia no momento do acidente. O motorista também ficou muito ferido e foi levado para o Miguel Couto.

Advogados que estavam unidade de saúde prestando assistência ao motorista confirmaram que representam a família dele. Segundo o advogado Rafael de Piro, Ivo estava inconsciente na manhã desta sexta-feira. "A gente ainda não tem muitos detalhes do que aconteceu. O que a gente sabe é que chovia muito na hora do acidente, como mostram as imagens", disse Rafael.

A irmã do motorista, Gisela, também afirmou que a família ainda desconhecia detalhes (veja no vídeo abaixo). "Estava chovendo muito, o carro derrapou e ele entrou dentro de um posto. Houve um atropelamento", disse. Ela acrescentou que a família pretendia dar apoio à família do operário.

Familiares
Durante a manhã, os irmãos da vítima falaram sobre o caso no hospital. Segundo Ernani Ferreira da Silva, José morava há dois anos no Rio e trabalhava na obra da Linha 4 do metrô na Gávea. "Me disseram que ele saiu do trabalho às 22h30, estava atravessando no sinal quando o carro veio em alta velocidade. Chegaram a amputar uma perna dele, mas não resistiu", disse o irmão da vítima.


Ainda segundo o Ernani, José era casado e tinha dois filhos. Ele deve ser enterrado em Pernambuco, seu estado natal.

Outro irmão da vítima, Antônio Ferreira da Silva, estava revoltado. "Meu irmão estava na calçada. Não vou deixar barato. A família [do motorista] só disse até agora que lamenta o caso, não entrou em detalhes. Eles vão ter que pagar pelos danos que causaram", disse.





PS: Curioso que sumiram todas fotos do Ivo Nascimento de Campos Pitanguy  da internet, virou um homem sem rosto... JS