quarta-feira, 29 de junho de 2011

Visitantes de presos de Bangu 8 ganham carteirinha com código de barra e detentos podem ter encontros GLBT...

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Visitantes de presos do Complexo de Gericinó ganham carteirinhas com código de barras

Ana Carolina Torres

Para visitar um dos 15 mil presos das 21 unidades que compõem o Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, é preciso passar por um verdadeiro pente fino. O primeiro passo é fazer uma carteirinha. Semelhantes a cartões de banco, elas têm a foto e um código de barras com todas as informações da pessoa: até mesmo se tem ficha policial. E só com essa carteira é possível passar pela roleta eletrônica da guarita.

Um inspetor penitenciário acompanha de perto a entrada da visita. Quando o cartão é passado pelo leitor, os dados aparecem numa tela. Se houver qualquer irregularidade na ficha, o acesso da pessoa é barrado.

Uma vez dentro do complexo, é preciso passar por um scanner corporal. Em caso de suspeita de estar transportando qualquer objeto ilegal, o visitante se senta num banquinho que acusa a presença do material. Bolsas com comida e pertences levados para os presos passam por outro scanner menor e, se constatada qualquer anormalidade, elas são revistadas pelos inspetores.

Passadas essas etapas, ao chegar à unidade final, mais uma revista é feita. Toda essa tecnologia começou a ser implementada em 2008.

— Com esse novo sistema, temos certeza de que 99% do que é ilegal não entra (nos presídios) — disse o secretário estadual de Administração Penitenciária (Seap), o coronel da PM Cesar Rubens Monteiro de Carvalho.

Segundo ele, hoje no complexo — onde já foram encontrados sete fuzis e seis mil cartuchos, em Bangu 3 — é apreendido um revólver por ano.

— É uma mudança total de comportamento. Antes, tinha traficante aqui que dizia ter mais arma nos presídios do que na comunidade dele, na Tijuca — lembrou o secretário.

Além do Complexo Gericinó, o Presídio Coronel Francisco Spargoli Rocha, em Niterói, e os presídios de Japeri e de Campos devem ganhar scanners ainda este ano.

— Queremos evitar cada vez mais aquele tipo de revista pessoal, que tanto constrange as famílias dos presos — disse Cesar Rubens.

Colchões anti-chamas para os presos

Se o acesso das visitas está cada vez mais rigoroso em Gericinó, os presos do complexo também estão tendo dificultadas quaisquer chances de promover motins e rebeliões. Os presídios Bandeira Stampa e José Frederico Marques, ambos de regime fechado, têm agora colchões anti-chamas.

Em breve, cada preso também terá seu kit — uniforme, itens de higiene pessoal, um lençol, uma fronha e um cobertor. Dessa maneira, os agentes poderão fazer um controle maior e evitar que lençóis extras sejam trançados e transformem-se em cordas "teresa".

Já as revistas em celas já contam com um aliado pequeno, mas de peso: uma microcâmera usada para inspecionar os "bois" — buracos no chão usados como vasos sanitários. Assim fica impossível esconder qualquer coisa na abertura.

De acordo com o secretário Cesar Rubens, sem a entrada de armas, as rebeliões também viraram coisas do passado:

— Assim como os assassinatos entre os detentos. Sem estoques e sem armas é impossível eles eliminarem os desafetos.

Visita GLBT

Além do pente fino, a visita aos presos sofreu outra mudança: desde de 17 de maio deste ano, detentos homossexuais já podem receber seus parceiros nos presídios do Rio. Mas, apesar da liberação — a medida foi publicada no Diário Oficial de 28 de março pela Secretaria estadual de Administração Penitenciária — o interesse ainda é tímido. Apenas um homossexual se cadastrou.

Acreditamos que haja um cedrto pudor por parte dos detentos — disse um inspetor.







PS: Pois antes que determinada família fique me enviando xingamentos devo avisar que a notícia acima é do jornal Extra e Jorge Schweitzer nadica tem a ver com o bagulho... Por favor, só estou querendo ajudá-los já que dentro em breve necessitarão da informação para trocar a carteira antiga pela atual mais moderna e hight tech, digamos assim, e que o dito cujo poderá fazer tudo as claras sem precisar esconder sua condição óbvia... JS






6 comentários:

  1. Olá, sabe o que tenho que fazer para tirar essa carteirinha? Eu tenho que ir lá no presídio? Quais são os documentos necessários e quanto tempo demora pra ficar pronta? Eu sou de outra cidade e não consigo informações em lugar nenhum sobre isso.

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  2. Olá, sabe o que tenho que fazer para tirar essa carteirinha? Eu tenho que ir lá no presídio? Quais são os documentos necessários e quanto tempo demora pra ficar pronta? Eu sou de outra cidade e não consigo informações em lugar nenhum sobre isso.

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  3. Entre no site do Seap:

    http://www.rj.gov.br/web/seap/exibeconteudo?article-id=491938

    Ou:



    Endereço:
    Praça Cristiano Ottoni S/N 5º Andar sala 510
    Edifício Dom Pedro II Central do Brasil - RJ
    CEP: 20.221.250

    Telefones:
    0800-282-4444

    Horarios de Atendimento:
    segunda a sexta-feira, das 10h00min às 18h00min

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  4. estou de liberdade provisória a um ano e minha companheira ainda está no talavera,eu já consigo fazer a carteirinha?

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  5. estou de liberdade provisória a 1 ano e minha companheira ainda está no talavera,eu já posso fazer a carteirinha?

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  6. tem um mes que fiz a certerina ate agora nao esta ´ronta as desipe ainda deboxa das maes,mulheres,idosas.cade a educacao

    fiz minha cartera em niteroi la no horto presidio da seme aberta.

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