Polícia pode realizar reconstituição da morte de estudante na Zona Norte
Rio - O delegado Rivaldo Barbosa, da Divisão de Homcídios (DH), responsável pela investigação da morte da estudante de Engenharia Jaqueline Madeira do Nascimento, 29 anos, disse nesta segunda-feira que não descarta um reconstituição do crime.
A mulher foi assassinada a tiros na frente da filha de 2 anos na noite do último sábado, depois de uma suposta tentativa de assalto no bairro do Colégio, na Zona Norte.
"Percebemos uma dinâmica inicial de roubo de carro, mas não descartamos nenhuma possibilidade nesse crime bárbaro e cruel", afirmou o delegado, ao RJTV.
De acordo com ele, a polícia vai buscar imagens das câmeras de segurança que possam ter registrado o crime.
"Já ouvimos algumas testemunhas e vamos tentar localizar imagens das câmeras. Não descartamos uma reconstituição para entendermos a dinâmica de todo o evento", frisou.
Para primo, crime foi execução
O corpo da estudante foi sepultado por volta das 11h desta segunda-feira no Cemitério de Irajá.
Cerca de 100 pessoas acompanharam o cortejo. Para o analista Ulisses Fernandes, primo da vítima, ela pode ter sido executada.
"A princípio foi tentativa de assalto, mas está esquisito.
A rua estava cheia, soube que eram dois carros com quatro ou cinco homens que já chegaram atirando e não levaram nada. Penso em execução. A família quer justiça, se é que vai ter. Essa é a Cidade Maravilhosa, que vai sediar Olimpíada e Copa do Mundo", afirmou.
Muito emocionada, Eliane Madeira, mãe de Jaqueline, não conteve as lágrimas.
"Senhor, por que você levou nossa filha assim? A mamãe te ama e vou cuidar de suas filhas. A gente estava tão feliz! Por que fizeram isso com minha filhinha", gritava.
Amiga de Jaqueline, Monica Gomes criticou a violência no Rio de Janeiro. "Para nosso governantes fica a pergunta: mais um? As pessoas tem que se revoltar, fica a dor do marido e das filhas. A bandidagem esta na rua,
estão matando as pessoas que trabalham e conquistam", disse.
PS: Inicialmente existia a informação que os assassinos estariam num automóvel Marajó e um Chevette... Depois, o Marajó foi trocado por Meriva vermelho... Automóveis velhos totalmente incomuns para abordagem pelos bandidos... Mesmo um Meriva não faz parte de veículos roubados costumeiramente... Na área de Colégio que circundam favelas do Sapê, Faz-quem-Quer e Jorge-Turco existe roubo de quatro carros por dia porém abordagens são feitas por motocicletas ou carros mais velozes que Chevette velho... Bandido desferir quatro tiros contra uma mulher que se joga sobre filho de dois anos para protegê-lo é completamente estranho já que Jaqueline Madeira do Nascimento estava com os vidros abertos que possibilitava ampla visão da cena pelos bandidos... Não será muito difícil à Polícia localizar câmeras nas imediações que cheguem as placas de um Chevette em disparada após o crime... Basta querer... JS



Isso está me cheirando a serviço encomendado. Será que ela tinha algum inimigo, ou então alguém que se beneficiaria de alguma forma com a sua morte?
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