O goleiro Bruno transparece viver num mundo paralelo com sua cara de tonto funcional...
A Justiça o reconduzirá à realidade...
Bruno chegou a requisitar que gostaria de se apresentar ao Juri Popular com a camisa do Flamengo...
Bruno é um bobalhão infeliz que acreditou que salário de 200 reais por mês e exposição midiática permite todas loucuras nesta terra de justiça tenra a contemplar a rasteira classe média ou alta com salvo conduta à todas barbaridades...
Nem sei ao certo se os tempos mudaram mas inegável que a cobrança das redes sociais vigilantes não mais permitem acordos impuros a incensar vagabundos de qualquer estirpe...
Eliza Samúdio utilizou todos mecanismos legais e informais de denúncia antes de ser massacrada e mesmo assim o goleiro Bruno e quadrilha ignoraram o recado...
Agora todos bandidos que cometeram o crime temem uns os outros...
Nenhum deles sequer ousa pronunciar o nome ou codinome do Bola em alto e bom som...
Certamente todos serão condenados...
E, se encontrarão atrás das grades para apararem arestas...
Goleiro Bruno é mandante chefe de quadrilha, Bola o executor, Macarrão o jagunço e o restante coadjuvantes úteis...
Só não mataram uma criança, filho da Eliza, porque algum deles teve lampejo de lucidez...
Goleiro Bruno e quadrilha quebraram Eliza Samúdio de forma covarde e a única saída para algum deles safar-se é acordo delação premiada ao confessar a mecânica completa e local de desova do corpo...
Pouco provável que alguém se atreva...
Todos tem medo do Bola...
Resta a Justiça condenar todos à 40 anos e trancafiá-los juntos para conclave...
E jogar a chave fora até que apareça fumaça negra na chaminé do xilindró após todos queimarem colchões tentando chegar a alguma acordo...
Que assim seja!
Jorge Schweitzer
Tenho uma pergunta que não quer calar: Na ação penal daqui do Rio de Janeiro, a queixa crime foi para a promotoria e lá ficou por mais de 3 meses sem que apresentasse "Denúncia", isto é, a queixa de Elisa Samúdio ficou guardada na gaveta por longos meses sem que o Promotor se manifestasse. Somente após os noticiários darem conta do sumiço da moça é que o promotor devolveu a queixa com a "Denúncia", virando Ação penal. A omissão do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro deveria arcar, também, com esse crime, pois se tivessem feito o "dever de casa" ao invés de engavetarem a queixa apresentada pela Elisa Samúdio, com certeza ela estaria viva. Fica a dica.
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