A covardia em estado bruto tirou a vida de Cláudio Rafael Landeiro Moreira, 37 anos, na Rua Felipe de Oliveira, em Copacabana.
Refazendo o trajeto do crime, a farsa construída pelos agressores desmorona diante dos fatos.
O executor do assassinato Davi Santos Machado, 22 anos, teve o cinismo de alegar em depoimento que usou apenas uma "vareta" — uma mentira desmentida pelas imagens e pelo barulho brutal das pancadas ouvido nitidamente pelos moradores.
Outro segurança envolvido, Jorge Luiz Ricardo Dias, 56 anos, também tentou minimizar sua participação na delegacia alegando que apenas "imobilizou" a vítima desferindo uma paulada no braço.
Para piorar o cenário de barbárie, dois criminosos travestidos de entregadores de aplicativo participaram da ação e aproveitaram a covardia para revistar e roubar os pertences dos bolsos de Cláudio enquanto ele agonizava no chão.
Essa suposta "segurança comunitária" e o justiçamento de rua não geram ordem; geram assassinatos de inocentes e tem por único objetivo projetos eleitoreiros e cargos públicos.
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