quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Gabriela, a dona do computador encontrado no táxi
Postado em
http://taxiemmovimento.blogspot.com.br/2015/02/computador-esquecido-em-meu-taxi-acaba.html?showComment=1423086221098#c5316566770318435502
2 comentários:
- Anônimo4 de fevereiro de 2015 18:25Oi, meu nome é Gabriela, não sou uma pessoa distraída e nunca perdi nada em 43 anos de vida. No último domingo, dia primeiro de fevereiro às 22hrs, peguei um taxi "qualquer" de Botafogo ao Humaitá, onde iria na casa de uma "amiga-cliente" entregar, no meu último prazo, um trabalho de 3 meses. Eu, que não sou muito de conversar, fui tomada pela simpatia do taxista e então fomos batendo papo até meu destino. Tudo certo, paguei a corrida, nos despedimos e pronto. Quando entrei na portaria da minha amiga, paralisei, sentei e chorei... Havia deixado meu notebook no taxi. O desespero tomou conta de mim; todo internauta sabe que seu computador leva praticamente sua "vida", para além da máquina, meus arquivos pessoais, para além de tudo, meu trabalho que poria em risco um emprego. Eu não tinha nenhuma idéia do táxi que peguei e no meu pc não tinha nenhuma informação minha. Descrente da honestidade da maioria das pessoas, falei com minha amiga, o senhor taxista que me trouxe era um homem de bem (minha intuição me dizia), mas e os outros passageiros?... Passado o desespero, e observando a chuva torrencial que caia, eu e minha amiga, demos o pc e o trabalho por perdido. Mas ficou em meu coração 2 coisas, primeiro a pessoa do bem que eu "sabia" que aquele motorista era, e a segunda, as palavras da minha amiga para eu mentalizar meu pc de novo em minhas mãos.ResponderExcluir
Não dormi essa noite, de tão grande minha tristeza. Como eu pude fazer isso??? era tudo o que eu pensava...
No dia seguinte, resolvi por minha procura no "mundo", avisei a todas as cooperativas, tentei falar com o Sindicato dos Taxistas, sem sucesso, falei com um amigo policial civil, que me aconselhou esperar 24hrs e ir na delegacia do bairro, pois segundo ele muitas pessoas entregam coisas de valor na polícia, quando não sabem encontrar o dono, ia por um aviso no "bar dos taxistas" na rua Real Grandeza... enfim... acabei o dia exausta como se estivesse e estava, "procurando uma agulha num palheiro". Cheguei em casa por volta das 23 hrs, assim que sentei em meu quarto desanimada, meu telefone tocou...Não acreditei era o taxista, o Jorge, dizendo que devolveria meu pc.... Meu Deus Nosso Senhor Jesus Cristo !!!!! Isso é quase um milagre, eu pensei... eu e Jorge conversamos longamente, e no dia seguinte, gentilmente ele veio a minha casa me devolver, o que pra mim era de tão valor.... Só fiz questão de lhe dar um abraço, e me emociono nesse momento em que escrevo, de dizer que por pessoas como o taxista Jorge Schweitzer, eu ainda posso acreditar que existem pessoas do bem, pelas quais vale a pena prosseguir... Já tinha ouvido falar que existem anjos "escondidos" entre os seres humanos.... Mas agora tenho certeza, um anjo passou em minha vida !!! Obrigada de todo meu coração, para além do pc, em me fazer acreditar que existem ainda pessoas, honestas e do bem. Saúde, paz e amor em sua vida... Obrigada, Gabriela.
Desembargador Valmir de Oliveira Silva para o juiz João Batista Damasceno: 'vou estourar sua cabeça, seu filho da puta'...
Marcos Nunes e Rafael Soares
Uma discussão travada entre um juiz e um desembargador teria acabado com um dos magistrados sacando uma arma, nesta quarta-feira, dentro do Tribunal de Justiça do Rio.
Segundo a assessoria do TJ, em razão de desavenças pessoais o juiz João Batista Damasceno teria apontado uma pistola para o desembargador e ex-corregedor de Justiça Valmir de Oliveira Silva.
A confusão teria ocorrido na academia do Fórum, que fica no subsolo do prédio do TJ.
Seguranças do Tribunal de Justiça foram chamados e interferiram na discussão.
O TJ anunciou que vai abrir uma sindicância para apurar o fato.
A investigação será conduzida pelo novo presidente do TJ, desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, que tomou posse esta semana.
Tanto o juiz Damasceno quanto o ex-corregedor deverão prestar esclarecimentos, por escrito, sobre como ocorreu a confusão.
Numa representação contra o desembargador enviada ao presidente do TJ e postada em seu perfil no Facebook, o juiz João Batista Damasceno dá sua versão para a discussão:
"Ao me avistar, o Desembargador Valmir dirigiu-se a mim e ordenou: “Damasceno, quero falar com você. Senta aqui!”, apontando para uma cadeira posta de frente para a sua. Vendo que o desembargador estava descontrolado deixei de me dirigir ao elevador e tomei a escada que desce para a garagem. O desembargador Valmir seguiu-me gritando: “Vou estourar sua cabeça”, “Seu filho da puta”.
Adiantei o passo na descida pela escada, sendo perseguido pelo Desembargador Valmir. (...) Temendo que o Desembargador Valmir estivesse portando uma das suas armas procurei refúgio numa das salas do serviço de limpeza na qual adentrei avisando aos três funcionários - que lá se encontravam - que uma pessoa estava atrás de mim e que se estivesse armada iria exercitar legítima defesa e que elas seriam minhas testemunhas. Busquei manter a tranquilidade e portar-me de acordo as normas de segurança recomendadas em tal situação. Postei-me atrás de um móvel ao fundo da sala, após passar pelos referidos funcionários, e logo em seguida o desembargador adentrou a sala, sendo contido pelos funcionários, conforme comprova vídeo (...) Embora verbalizasse que iria estourar minha cabeça, o Desembargador Valmir de Oliveira Silva não ostentou qualquer arma e tive o controle emocional necessário para não incidir em legítima defesa putativa, colocando-me – no entanto – sob proteção de móvel e pronto para o exercício de legítima defesa real, se necessária". Veja abaixo a íntegra da representação.
Quando as baleias sairem de férias talvez a gente possa então se amar um pouco mais
Pô, na boa...
Boa tal a Paolla esvoaçando cortinas na janela...
Eu sempre acho que terei tempos de paz até que um novo folhetim me coloca em cheque novelesco...
Nem divago sobre as razões desta sincronicidade inexplicável...
Vou lá e faço o que acho que deve ser, feito um trouxa...
E quase sempre me surpreende o desfecho com rebuscos de comicidade...
Fico muito mal...
Nem tem esta de sensação boboca de dever cumprido...
Na atual sociedade vale-tudo ao invés de nos devolverem gratidão preferem diminuir qualquer gesto solidário menosprezando o feito...
Não permitem que você saboreie sensação boa com cara de paciente com morfina...
Talvez algum dia eu crie coragem e conte os bastidores da performance dos ingratos miseráveis...
Na verdade, nem sei se a pequenêz humana merece que percamos nosso precioso...
Por vezes o silêncio como obséquio é mais eloquente...
E...
Também a qualificação de miseráveis não é a toa...
Em Os Miseráveis, o bispo Myriel dá abrigo a Jean que lhe rouba talhares de prata, castiçais e taças da casa paroquial...
Tempos depois o mesmo miserável retorna a pedir guarida e o sacerdote o acolhe sem perguntar nada e é novamente furtado...
Não sei se possuo este impressionante desprendimento todo...
O histórico repetido de ingratidão vai nos forjando outras formas menos samaritanas até como couraça de proteção...
Mas, não me permito ficar apenas triste distribuindo frases sorumbáticas de Clarice Lispector; macambúzias de Quintana; jururu feito Cartola ou carrancudo feito o melancólico petroleiro Monteiro Lobato ameaçando que a Cuca vai me pegar...
Creia, minha senhôra, as rosas não falam mesmo...
E nem exalam o perfume que roubam de ti...
Mas, tudo vai passar...
E todos baterão palmas para os napoleões retintos feito pigmeus de boulevard nesta nossa gentil pátria mãe tão subtraída...
E, penitente...
Finalmente...
Quando as baleias saírem de férias...
Aí, sim, a gente vai então se amar, um muito mais...
Te prepara...
Põe meia dúzia de Bohêmias pra gelar...
Compre uma camisola nova e um par de algemas para construirmos uma catedral...
Prá quê as algemas?
Ué, você não falou que gostou do 50 Tons?
Então?!
Jorge Schweitzer
PS: Ah, sim; o Chico sambando me dá sensação que sou passista imbatível; assim como o Severó levantou minha estima onde até então eu me achava feio...
O computador devolvido
Pois é...
Vou contar para vocês alguns detalhes do desfecho do computador devolvido...
É de chorar de rir...
Vocês merecem conhecer, até para torcerem que o próximo objeto eu arremesse na Lagoa Rodrigo de Freitas...
A cada vez me convenço mais que a humanidade está perdida mesmo...
Como todos objetos esquecidos no meu táxi são invariavelmente no banco de trás, no próximo vou fingir que não vi nada e deixar o próximo passageiro apanhar e levar embora...
Jorge Schweitzer
Marco Antônio da Rosa estuprou e matou a menina Patrícia Sosin de Oliveira, de 9 anos, em Erechim RS
Rádio Uirapuru - Passo Fundo RS
Na manhã desta quarta-feira (04) foi realizada na cidade de Erechim uma coletiva de imprensa com o delegado Gustavo Cecon, responsável pela DEFREC de Erechim e com o Delegado Regional Gerson Fraga, para esclarecer o crime que chocou a região.
Na último dia 28 a menina Patrícia Sosin de Oliveira, de 9 anos, foi brutalmente assassinada por Marcos Antônio da Rosa, o Micão, 24 anos, na localidade de Capo Erê, em Erechim. O corpo foi encontrado apenas na tarde de ontem, terça-feira, quase uma semana depois.
Em entrevista à Rádio Uirapuru o delegado Gustavo Cecon afirmou que um trabalho sério foi realizado e o desempenho total de toda a equipe para que a investigação obtivesse sucesso. Ele agradeceu o esforço dos agentes e também da comunidade, que auxiliou nas buscas incansavelmente.
Segundo o delegado, após a investigação foi possível constatar que Patrícia sofreu muito antes de morrer. A menina abusada sexualmente pelo indivíduo, foi morta com 12 facadas no peito e degolada. Após assassinar a menina Marcos Antônio abusou dela novamente.
Para o delegado regional Gerson Fraga, a agilidade no esclarecimento do crime foi resultado do trabalho incessante dos policiais. Ressaltou que além de encontrar o culpado para que sofresse as punições cabíveis, era de extrema importância localizar o corpo para que a família pudesse realizar seus atos religiosos.
O crime
Marcos Antônio da Rosa era vizinho da vítima. Segundo seu depoimento, ele conversava com Patrícia, nas proximidades de um matagal na localidade de Capo Erê. Em determinado momento ele arrastou a menina para o mato e cometeu abuso sexual. Em seguida, após a tentativa de reação da menina, Marcos Antônio deferiu 12 golpes de faca no seu peito, a degolou e abusou sexualmente dela novamente.
Em um primeiro momento, Micão enterrou o corpo da menina próximo ao local do assassinato. No dia seguinte (29) voltou ao local e percebeu a terra que cobria o corpo da menina havia sido removido pela chuva da noite anterior, deixando-o à mostra.
Marcos Antônio então removeu o corpo e o transportou para outro local. Com as buscas que a polícia estava realizando, o assassino percebeu que os agentes chegavam próximo ao lugar que ele havia escondido. Sendo assim, aguardou a saída dos policiais, desenterrou o corpo de Patrícia e o desovou em um milharal de grande extensão, aonde foi localizado na tarde desta terça-feira (03) com a ajuda de populares.
A investigação
No dia 29, após o registro do desaparecimento de Patrícia, a Brigada Militar começou a realizar buscas na região. Com base no registro, que informava que ela saiu apenas com a roupa do corpo, acreditou-se na hipótese de um homicídio.
A polícia refez o caminho que ela percorreu e constatou que em determinado ponto de uma estrada vicinal, ela havia desaparecido.
Nesse trajeto Patrícia havia sido vista com um indivíduo. Último a manter contato com a menina viva. Marcos Antônio foi identificado pela polícia e com base em outras informações, como a de que ele faltou o trabalho no outro dia, foi possível realizar buscas em sua residência. Lá, foram localizadas as roupas que haviam sido descritas pelas testemunhas que o viram com Patrícia, no dia em que foi morta.
Com base nessas e em outras informações, a suspeita foi reforçada e fundamentou a prisão temporária. Porém, ao saber das buscas realizadas pela polícia Micão fugiu.
No domingo de manhã, apenas o calção da menina havia sido encontrado e homicídio era a hipótese com maiores indícios. Durante o dia, a polícia realizou negociações com a família de Micão, que acabou se entregando, próximo das 5 horas da manhã de segunda-feira.
Marcos Antônio confessou o crime, mas não indicou o lugar do corpo. Após vários depoimentos a polícia acabou convencendo Micão a revelar o local aonde teria deixado o corpo da menina.
O milharal onde o corpo da menina foi encontrado é de grande extensão e policiais e populares realizaram buscas no local até que fosse encontrado.
No depoimento, Micão afirma que não gostava da menina , que tinha raiva dela. Disse ainda que outros indivíduos teriam auxiliado ele no crime. Isso foi negado pelo delegado que afirmou que o crime tinha finalidade sexual e que Marcos Antônio foi surpreendido com a reação da menina, que tentou gritar e a matou.
Patrícia já havia sido abusada anteriormente
A menina de nove anos, que foi brutalmente assassinada após sofrer abuso sexual, apesar da pouca idade tinha uma triste história de vida.
Patrícia pertencia a uma família de baixo poder aquisitivo e dividia a pequena casa com sete irmãos e a mãe, portadora de deficiência intelectual moderada, a qual dependia de seus cuidados.
No ano de 2014, Patrícia foi abusada sexualmente pelo padrasto, que cumpre pena pelo crime.
Assassino já havia sido acusado de estupro
Marcos Antônio da Rosa, o Micão, também é de uma família de baixo poder aquisitivo. O jovem de 24 anos e possui histórico de abusos sexuais contra crianças e adolescentes.
Micão era casado e tinha dois filhos biológicos e dois enteados. Ele responde processo de abuso sexual praticado contra uma prima.
Segundo depoimentos de vizinhos, o assassino costumava tentar agarrar as crianças que ficavam perto dele. Alguns alegaram que Micão chegava a invadir casas quando sabia que as crianças estavam sozinhas.
Sua família não sabia do crime que Marcos Antônio havia cometido. Após ter tomado conhecimento do fato auxiliou a polícia nas investigações.
PS: Torço muito para que este desgraçado apareça morto na cadeia, e rápido... Um infeliz destes não tem serventia alguma para a sociedade... JS
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Computador esquecido em meu táxi acaba de ser devolvido para dona
Pois é...
Acabei descobrindo a moça que esqueceu seu computador Sony Vaio em meu táxi no domingo a noite...
Como retornei aos endereços dos últimos passageiros e não tive sucesso; apesar dela me contar que porteiros haviam sido alertados mas deve ter ocorrido de exatamente um não saber...
Ontem passei o dia no mecânico - aproveitei também para retirar um amassado na coluna do carro - e não foi possível tentar mais nada para devolver o computador...
A noite, abri todos os arquivos e descobri o curriculum vitae da moça...
Bingo!
Apesar de já ser tarde, liguei para o celular - que não atendeu - e para o telefone fixo...
Ela quase não acreditou...
Contei minha cruzada para devolver o aparelho...
Não vou contar o nome da moça por aqui para não expô-la; mas ela ficou de deixar um recado por aqui comprovando o que aconteceu e de que forma...
É isto...
Novamente fiz o que era para ser feito e pronto...
E, como nas outras vezes contei por aqui pra vocês...
Só de sacanagem...
Jorge Schweitzer
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Esquecido computador portátil no banco traseiro do meu táxi
Foi ontem a noite...
Só percebi quando fui abrir porta traseira para casal a caminho da Rodoviaria Novo Rio...
Meu ultimo passageiro colocou uma sacola grande no banco de tras e sentou ao meu lado, na frente,,,
Retornei até seu endereço na Rua da Passagem; ele disse que não havia esquecido nada em meu; perguntei se nem mesmo um computador; não, ele so possui computador de mesa,,,
Tentei retornar ao endereço do penultimo passageiro, também Botafogo, mas desabou um temporal...
Liguei para a rádio BandNews para eles colocarem no ar ontem mesmo...
E, hoje pela manha retornei ao outro endereço e o porteiro me informou que sao 102 apartamentos e impossivel saber qual seria a pessoa...
Perguntei se ele permitiria eu ligar para casa apartamento e ele riu muito...
Tambem nao me permitiu colocar um recado na portaria...
Na realidade nem sei mesmo se foi este passageiro, ele teria que me dar alguma pista para eu ter certeza que estou devolvendo para pessoa correta...
Consegui deixar o numero do meu telefone com o tal porteiro...
E, vamos ver se esta pessoa encontra este recado na Rede...
Agora, necessito saber alguns detalhes que so o verdadeiro conhece...
É isto...
Estou postando precariamente utilizando um computador netbook...
Eu aqui precisando de um notebook e alguem esquece um no meu carro...
Mas, vou conseguir devolver e conto pra voces mais adiante...
JS
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Taxista é colocado dentro da mala do carro por assaltantes em São Gonçalo RJ
Três pessoas são capturadas após roubar táxi em São Gonçalo
Assaltantes mantiveram a vítima no porta-malas do carro
O DIA
Rio - Após roubar um táxi no Centro de São Gonçalo, um casal foi preso e um menor foi apreendido por policiais do 7º BPM (São Gonçalo). Os criminosos fizeram o taxista refém e foram até Maricá, onde realizaram saques em várias agências bancárias. Durante a ação, o taxista foi mantido dentro do porta-malas do carro.
Os policiais foram informados do roubo e capturaram o bando na volta a São Gonçalo. O taxista foi libertado pelos PMs e teve seus pertences roubados recuperados. Os policiais também apreenderam uma granada e um canivete com os acusados. O caso foi registrado na 74ª DP (São Gonçalo).
Ana Maria Lucas de Souza, arquiteta de UPP de 50 anos, e o 'sabe com quem está falando?'...
Descontrolada, mulher desacata policial no Recreio e militar filma toda a ação
'Eu sou arquiteta e estou fazendo obras com várias UPPs', grita motorista para policial. 'O que a profissão da senhora tem a ver com isso?', questiona o militar
O DIA
Rio - Uma mulher foi autuada por desacato na tarde desta sexta-feira no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio. A motorista, que não teve a identidade divulgada, não obedeceu uma ordem dada por um policial de parar o veículo e, quando efetivamente parou o carro, acabou agrediu verbalmente o militar. Toda a cena foi gravada pelo PM. Nas imagens, é possível ver o nervosismo da motorista.
"Eu sou arquiteta e estou fazendo obras com várias UPPs, se você quer saber. Ele veio com a arma em cima de mim. Ele me desrespeitou", gritava a motorista com o policial que gravava a cena. Enquanto o PM solicitava os documentos de identidade do motorista e do veículo, ela se mostrava muito nervosa.
"O que a senhora fez aqui, todo mundo vai ficar sabendo no batalhão. A supervisão de oficial vai vir aqui", respondeu o policial em um momento do vídeo. Em outra parte, ele pergunta: "O que a profissão da senhora tem a ver com isso?"
Irratada, ela rebateu: "O seu colega de trabalho saiu do carro e apontou a pistola pra cima de mim. Eu não sou bandida". Ao longo do vídeo a discussão continua. Em um dado momento, ela grita para o policial: "Eu não estou fugindo não. Eu estou indo para minha casa".
O caso foi registrado na 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) como crime de desacato. A mulher e os policiais envolvidos na ação foram ouvidos na delegacia. As investigações estão em andamento para apurar o fato, informou a Polícia Civil.
PS: Não entendi esta nova profissão de 'arquiteta de UPP' que lhe concede prerrogativas de não ser abordada pela Polícia apesar de vidro filmado e dirigir por dois quilômetros após PMs haverem solicitado que parasse... Resta saber quem são as pessoas que ela cita o nome durante o telefonema para saber se tratasse de comandante de unidade configurando a carteirada da referida cidadã... O PM foi muito educado e tolerante; se fosse em São João de Meriti a ocorrência e numa madrugada é o desfecho poderia ter contornos imprevisíveis... Agora, para a sra. Ana Maria Lucas de Souza evitar de ser parada pela Polícia sugiro que seja instituído um veículo oficial especialmente para ela na cor vermelha, com sirene e giroscópio e letreiro ao lado: 'carro de arquiteta de UPP: não ouse importunar'... JS
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Convém ressaltar que retornei no endereço que lhe deixei (na frente da Cobral Humaitá) as 7 horas da manhã seguinte (já que naquela noite desabou uma chuvarada e só pude chegar um endereço dos últimos passageiros) e o -porteiro disse que ninguém havia reclamado de nada esquecido em táxi... O porteiro me avisou que eram 102 apartamentos e não haveria como interfonar para todos como eu queria; também não permitiu que eu colocasse um cartaz (que eu já tinha pronto, na portaria) e pediu que eu voltasse mais tarde pois naquele instante estava faltando luz e ele tinha uma pessoa presa no elevador (é fácil checar isto, eu não poderia saber que faltou luz se não tivesse estado por lá)...
E como você me afirmou que vocês dão 1 mil reais de caixinha a cada natal para os porteiros e duvidou que ele tivesse me dito que não sabia de nada, me disponho a retornar por lá e encontrá-lo para que ele confirme minha versão; assim como existem câmeras na portaria que podem confirmar o que estou afirmando...
Ressalve igualmente que só liguei teu computador - havia descarregado a bateria que você confirmou que ocorre rápido - quando levei para minha casa (estava na mala do carro) e liguei na tomada e abri o world e descobri teu curriculum e te liguei já meio tarde...
Importante igualmente lembrar que meia hora após encontrar teu computador no banco de trás (que poderia ter sido levado por algum passageiro e adeus) eu telefonei para a redação da Rádio BandNews (que todo taxista escuta e se você procurasse por alguma cooperativa eles já teriam escutado a notícia) e fui atendido pelo sr. Pablo que me prometeu que colocaria no ar bem cedo nas chamadas do Mario Dias Ferreira... Fiz isto para deixar registrado que em momento algum me passou pela cabeça ficar com seu computador e estranhei você me questionar sobre a razão de eu não ter entregue na delegacia de botafogo onde trabalha seu amigo policial de há 15 anos - que você me disse que mesmo que eu não devolvesse ele encontraria pelo número de ip da máquina - já que fiz tudo com a maior urgência e pelos caminhos que julguei mais óbvios e seguros...
O Pablo que me atendeu na Band igualmente me sugeriu que eu deixasse com eles mas avisei que só entregaria para o dono; e, igualmente atendendo a mesma razão que alegaram quando eu pedi para deixar uma carteira perdida com vários documentos e amuletos por lá e eles disseram que não tinham onde guardar na emissora...
Então não entendi, documentos não tem onde guardar e computador Sony Vaio tem?
Não sei se a Band colocou no ar o recado mas é facílimo a própria Gabriela conferir com o horário; além de saber com o porteiro do prédio da Capistrano de Abreu a razão dele não ter permitido que eu colasse aviso na portaria...
Ah, sim...
Na segunda feira eu havia tentado contato com a mesma jornalista do Extra que fez matéria comigo e médicos do Souza Aguiar para ela fazer uma chamada no jornal já que eu havia esgotado as vias normais...
É isto, para que não fique dúvida sobre a demora de 24 horas para você ser localizada... Muito obrigado!
Jorge Schweitzer