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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Delegada Helen Sardenberg quer que a Justiça retire seu marido, o juiz Murilo Kieling, de casa



Delegada que acusa marido juiz de tê-la agredido quer que a Justiça o retire de casa

Marcelo Gomes


A delegada Helen Sardenberg protocolou nesta terça-feira na Presidência do Tribunal de Justiça um pedido para que seu marido, o juiz Murilo Kieling, do 3º Tribunal do Júri, seja afastado de casa e proibido de ficar a menos de 500 metros de distância dela.

As medidas protetivas estão previstas na Lei Maria da Penha, que protege mulheres vítimas de violência doméstica.

Helen acusa o marido de tê-la agredido com um soco nas costas, durante uma discussão na noite de domingo.

O casal tem dois filhos pequenos.

O advogado de Kieling, Rodrigo Roca, negou que o magistrado tenha agredido a mulher:

— Ela foi diagnosticada com transtorno bipolar e já foi internada numa clínica psiquiátrica em 2009. Por conta disso, meu cliente conseguiu a guarda dos filhos na Justiça de Brasília.

Helen negou essas informações e disse que Kieling terá de provar essas afirmações.

O pedido de Helen será encaminhado ao Órgão Especial do TJ — a mais alta instância colegiada do tribunal — já que, por ser juiz, Kieling tem foro privilegiado.


Também nesta terça, a delegada esteve no IML, onde fez exame de corpo de delito.

O laudo atesta que ela sofreu lesão corporal, causada por ação contundente, que resultou numa "equimose (mancha) avermelhada, de 10x10mm, localizada em região lombar superior direita".


— Estamos nos separando. Há dois meses venho sofrendo assédio moral. Ele me xinga de todos os nomes, até na frente das crianças. Na noite de domingo, ele me agrediu, saiu de casa e foi à delegacia, dizer que fui eu quem o agrediu, além de outras mentiras. O objetivo dele é atrapalhar minha carreira profissional. Quando eu soube, também fui à delegacia me defender e relatei a agressão — disse Helen.

O advogado de Kieling questiona o laudo do IML:

— Por que ela fez exame de corpo de delito dois dias depois da suposta agressão? Como delegada, ela sabe que deveria ter feito imediatamente.


sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Delegada Helen Sardenberg, da DRCI, e os Crimes Virtuais...

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Ontem li a matéria do Globo sobre Crimes Virtuais... O brasileiro passa, em média, 32 horas por semana na Internet... E acaba tendo pouco cuidado para preservar seu sigilo... A Delegada Helen Sardenberg dá algumas dicas... Fala sobre alguns cuidados e tal... Mas, fiquei curioso em saber se existem malucos que vão à DRCI para registrarem qualquer porcaria entupindo a DP de inquéritos... Vejam só, um camarada com mania de perseguição pode achar que o poder público pode salvá-lo... Uma pessoa 'Robert' pode ficar incomodada por comentário de alguém apesar de se expor o tempo todo... Qual o limite? O que pode ou não pode? Se eu assino sempre meus textos me responsabilizo por declarações... Devo ter o mesmo tratamento de quem faz comentários como 'anônimo"? Não sei... Mas... Interessante que todos saibam que não estão completamente escudados atrás do anonimato impune... Até compreendo quem goste opinar sem identificação, lógico... Não pode é virar quintal para deformados exercitarem suas babaquices bizarras enchendo saco alheio... Acho que vou passar da DRCI para perguntar... É fácil... Toda hora passo ali pela Cidade Nova... Rua Clementino Fraga, 77/2o.andar... Taí! Jorge Schweitzer



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