sábado, 9 de novembro de 2013
Joaquim Ponte Marques e o telhado da casa vizinha
A Polícia acredita que exista uma terceira pessoa envolvida no desaparecimento do menino Joaquim Ponte Marques ou que pelo menos conheça detalhes do crime...
Mas, tudo é tratado com sigilo que favorece os criminosos...
Estampar na Rede todas etapas das investigações do crime acelera a elucidação já que pressiona os bandidos...
Na casa vizinha de onde o menino Joaquim sumiu, nove telhas apareceram quebradas no dia seguinte ao desaparecimento da criança...
Cinco dias antes do desaparecimento, Joaquim deixou de comparecer à escola...
Resta a Polícia rastrear os cinco dias anteriores da psicóloga mãe Natália Ponte e do padrasto viciado Guilherme Longo...
Não sabe titubear ou franquear boas maneiras aos suspeitos...
Padrasto drogado que sai para comprar cocaína enquanto a mãe psicóloga jura que não viu seu filho de 3 anos de idade sumir por volta de 1 hora da madrugada é tão increditável quanto uma juíza não acatar pedido de prisão de ambos...
Jorge Schweitzer
Haddad e Kassab nada sabem... Parecem o Lula...
Pô, na boa, 500 milhões são roubados debaixos das barbas do prefeito Kassab e do Haddad e eles não enxergaram nada?!
Meio bilhão e nada deles perceberem?!
Ou os dois são tolos completos ou imaginam que todos nós acreditamos que a carne é Friboi...
Haddad e Kassab incorporaram um potente Lula Tranca Rua do Planalto na prefeitura de São Paulo...
Um administrador de pocilga que não percebe sinais evidentes de tunga abaixo da sua fuça não serve sequer para encarregada de espalhar serragem na frente do cocho...
No serviço público existem frandes fontes arrecadadoras de imposto e controladores de dívida ativa que recebem especial atenção do governante que lhes disponibiliza funcionários indicados a dedo, veiculos, estrutura e controle absoluto sobre suas ações...
Empreiteiras e construtoras de monstruosos shoppings que somente Kassab e Haddad fingiram não perceber incompatibilidade entre produção e vultuosos impostos não recolhidos...
Kassab é um bocó...
Haddad idem...
Nós não...
Jorge Schweitzer
Felipe do Nascimento Santos, 22 anos, é morto com 3 tiros em Copacabana RJ
Um homem foi encontrado morto, na madrugada deste sábado, na Rua Barata Ribeiro, altura do número 222, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.
Segundo policiais do 19º BPM (Copacabana), o corpo é de Felipe do Nascimento Santos, que completou 22 anos nesta sexta.
Ele é suspeito de integrar uma gangue de assaltantes que atua em bairros da Zona Sul carioca.
O rapaz chegou a ser preso, em agosto de 2012, acusado de agredir e tentar roubar um funcionário que trabalhava em um quiosque da orla carioca.
A informação chegou pelo WhatsApp do EXTRA (21 99644-1263).
Ainda de acordo com a PM, o jovem foi morto com três tiros no peito e um no rosto.
O homicídio ocorreu por volta de 5h30m, depois de uma briga ocorrida em um clube da região, onde Felipe comemorava o aniversário com amigos.
Testemunhas relatam que o rapaz estava no local portando uma arma de brinquedo e teria feito ameaças a um outro grupo.
A hipótese de que esse desentendimento tenha motivado o crime será investigada.
A Polícia Civil informou que a Divisão de Homicídios esteve no local e realizou perícia.
O delegado Alan Duarte, que assumiu o caso, já solicitou imagens das câmeras de segurança do trecho da rua onde o corpo foi encontrado e também da saída do clube, situado a algumas quadras, próximo à esquina entre as ruas Santa Clara e Barata Ribeiro.
- Ele tinha diversas passagens pela polícia - disse o delegado.
Segundo a Polícia Militar, o local onde o rapaz teria sido assassinado é um conhecido ponto de venda de drogas em Copacabana.
A gangue da qual Felipe faria parte seria responsável por diversos roubos e também pelo tráfico de entorpecentes em bairros do entorno, sobretudo em áreas próximas à Praça do Lido, também em Copacabana.
A quadrilha seria composta principalmente por jovens, além de menores e mulheres.
Agressão em 2012
No dia 2 de agosto do ano passado, seis jovens espancaram Michael Luís da Silva Nogueira, de 18 anos, depois que ele saiu do trabalho em um quiosque na Praia de Copacabana.
A agressão aconteceu em frente à estação de metrô da Praça Cardeal Arcoverde, e o grupo também assaltou o rapaz.
Michael Luís da Silva Nogueira, agredido em 2012 Foto: Reprodução / Rede Globo
— Eu e meus amigos estavámos caminhando numa boa, brincando um com o outro, quando vimos um grupo fumando maconha e eles vieram pra cima de nós. Cheguei a passar a mochila para um dos meus amigos, mas não consegui fugir. Me cercaram e começaram a dar murros e pontapés — relatou Michael na ocasião.
Cinco dias depois, Felipe do Nascimento Santos, um outro rapaz de 24 anos e dois menores foram detidos acusados pelo crime.
Felipe, o maior de idade e um terceiro suspeito foram autuados por tentativa de roubo qualificado e corrupção de menores.
No dia 14 de março deste ano, a prisão preventiva do trio foi revogada pela juíza Yedda Christina Ching San Filizzola Assunção, da 11ª Vara Criminal, e eles seguiram respondendo por roubo em liberdade.
PS: Quem bate esquece... JS
Joaquim Ponte Marques, desaparecido há cinco dias em Ribeirão Preto SP
Promotor descarta possibilidade de encontrar menino Joaquim vivo
MP e Polícia Civil vão rastrear ligações da família em busca de novas pistas.
Novo pedido de prisão da mãe e do padrasto depende de mais provas.
Do G1 Ribeirão e Franca
O promotor de Justiça Marcus Túlio Nicolino afirmou, na tarde desta sexta-feira (8), que o Ministério Público e a Polícia Civil descartam a possibilidade de encontrar o menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, com vida.
Joaquim está desaparecido desde a madrugada da última terça-feira (5).
Nesta sexta, Nicolino se reuniu com o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, responsável pelo caso, para avaliar a possibilidade de entrar com um novo pedido de prisão temporária do padrasto de Joaquim, Guilherme Longo, e da mãe, Natália Ponte, já que a primeira tentativa foi negada pela Justiça.
Segundo Nicolino, os próximos passos das investigações consistem em levantar o histórico de Joaquim na escola e fazer o rastreamento de ligações feitas pelo casal suspeito e pelos familiares mais próximos de Joaquim.
"Vamos averiguar como essa criança se comportava na escola, como ela se referia ao relacionamento com o padrasto e com a mãe. Em relação às ligações, o objetivo é identificar se houve alguma ligação naquela madrugada. Vamos partir desse ponto para ver com quem essas pessoas mantiveram contato para poder avançar nas investigações", explicou. s
Em entrevista ao G1 nesta sexta, a assessora de direção da escola onde Joaquim estuda afirmou que os profissionais envolvidos na educação dele nunca notaram nada de errado no comportamento do menino.
“Nunca observamos nada de anormal. A relação dele com a mãe e o padrasto era muito tranquila”, disse Ivete Morandini.
Antes do sumiço, segundo a assessora, Joaquim havia deixado de frequentar as aulas há uma semana por causa do tratamento contra o diabetes.
O promotor admitiu que um novo pedido de prisão temporária do casal depende de novas evidências que possam ser somadas às investigações.
"Já concordamos que é preciso novos elementos para renovar esse pedido de prisão temporária. Só iremos renovar com novos elementos de investigação. É nesse sentido que polícia e MP estão trabalhando", disse.
Já o delegado disse que uma nova testemunha apontada nesta sexta-feira pode ajudar a polícia a elucidar o caso.
“Surgiu uma pessoa que pode ter ouvido alguns comentários. Estamos tentando identificá-la e localizar seu endereço para que ela preste depoimento. Assim, a gente pode concretizar mais uma linha de investigação e ver os próximos passos das diligências. Essa pessoa não tem ligação com a família, mas ela tem algumas informações que nos interessam”, disse Castro.
O MP e a polícia, no entanto, começam a acreditar na hipótese de encontrar o menino sem vida.
"Com o passar do tempo, nós acreditamos que essa criança não esteja mais viva, e agora existe todo um trabalho no sentido de encontrar o corpo", concluiu Nicolino.
PS: Caso a Justiça esteja aguardando que o padrasto e a mãe do menino Joaquim contem algo por livre e expontânea vontade em liberdade, estamos caminhando para um caso que ficará sem solução na hipótese deles terem enterrado a criança em algum terreno... JS
Nayan Bertón, de 14 anos, morre com tiro no peito durante brincadeira com amigo em Vargem Grande RJ
Extra
Nayan Bertón, de 14 anos, morreu após ser baleado por um disparo acidental durante uma brincadeira com outros dois amigos, da mesma idade.
O acidente aconteceu em uma casa do Condomínio Floresta, em Vargem Grande, Zona Oeste do Rio, onde Nayan havia combinado de fazer um trabalho da escola.
O amigo de Nayan, que mora no local, pegou um revólver calibre 38 na gaveta do escritório do pai, um ex-militar do Exército, e mostrou aos amigos.
Nesse momento, houve um disparo acidental, que atingiu Nayan no peito.
Os outros dois adolescentes pediram ajuda a uma vizinha, que entrou em contato com os pais da vítima.
Segundo Mário Márcio Francisco de Souza, cunhado de Nayan, o adolescente teria sorrido para a mãe antes de morrer, a caminho do Hospital Municipal Lourenço Jorge.
O caso foi registrado na 16ª DP (Barra da Tijuca), onde o delegado Alexandre Magalhães informou que o pai do amigo de Nayan, dono do revólver, foi preso por porte ilegal de arma e vai responder por omissão de cautela de arma.
Em depoimento registrado no boletim de ocorrência, o ex-militar afirmou que acreditava que o filho não sabia da existência do revólver.
Além do revólver, uma carabina, também encontrada na casa, foi apreendida.
O caso do adolescente que disparou a arma será encaminhado para 2ª Vara da Infância e da Juventude .
O enterro do adolescente será neste sábado no Cemitério de Jacarepaguá, no bairro Pechincha, às 16h.
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Guilherme Raimo Longo e Natália Mingone Ponte: O padrasto drogado e a mãe psicóloga
Na foto acima: Guilherme Longo, padrasto de Joaquim Ponte Marques, e Natália Ponte, a mãe
Quando escutei a notícia que o menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, havia sumido no instante em que o padrasto havia saído para comprar drogas, imaginei que se tratavam de moradores de rua de Ribeirão Preto e que a mãe cracuda poderia até ter vendido a criança...
Que nada, a mãe é psicóloga...
Na boa, como uma psicóloga transforma sua moradia numa clínica de tratamento particular de um viciado em drogas pesadas colocando seu filho de três anos de idade sob risco?
Não sei...
Crises de abstinência potencializam comportamentos violentos de desfechos imprevisíveis...
A Polícia solicitou a prisão da mãe e do padrasto, a juiza Isabel Cristina Alonso dos Santos negou...
A Justiça, sob o martelo da juiza Isabel Alonso, alega que os suspeitos estão colaborando com as investigações...
Na realidade, suspeitos somente colaboram plantando versões que lhes sejam apropriadas enviando as investigações cada vez para mais longe dos indícios...
Hoje o Ministério Público entrou na história para reforçar a necessidade de prisão da mãe e do padrasto...
Agora, já que a Justiça está na contramão do que sugerem investigadores, seria interessante que permitisse gravação de todas as conversas entre o padrasto e a mãe do menino Joaquim Ponte Marques daqui pra frente e que todas trocas de mensagens entre os dois sejam rastreadas desde o desaparecimento da criança...
Acredito mesmo que a instalação de microfone na residência do casal poderia flagrar qualquer combinação de estratégia para desviar o curso das investigações...
Atualmente existe tecnologia que permite que mesmo com algum celular rastreado desligado que conversas em volta sejam captadas...
Se a Polícia de Ribeirão Preto não possui este recurso pode solicitar à Polícia Federal que já dispõe do recurso há cinco anos...
A Polícia de Ribeirão Preto acredita que o menino Joaquim Ponte Ramos foi jogado no Córrego do Tanquinho - passa do lado da casa - que deságua no Rio Pardo...
O pai do menino Joaquim e outros familiares fazem plantão na frente da delegacia aguardando últimas informações enquanto o padrasto Guilherme Longo e a mãe Natália Ponte descansam em casa esperando pelo desfecho...
Minutos atrás o delegado que conduz o caso pediu orações para o menino e que ninguém perca a fé de encontrá-lo vivo...
Jorge Schweitzer
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Desaparecimento de Joaquim Ponte Marques, 3 anos => Vídeo de casa vizinha mostra evidências que a Polícia já imaginava
Pai do menino Joaquim, Artur Paes saiu de São Paulo e espalha cartazes por Ribeirão Preto (Foto: Arquivo pessoal)
Vídeo traz novas pistas sobre sumiço de criança em Ribeirão, diz delegado Joaquim, de 3 anos, desapareceu de dentro da casa da mãe na terça-feira.
Imagens feitas nas proximidades da casa da família auxiliam investigações.
Do G1 Ribeirão e Franca
Imagens feitas por câmeras de segurança e entregues à Polícia Civil nesta quarta-feira (6) podem ajudar a desvendar o paradeiro do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, desaparecido desde terça-feira (5) em Ribeirão Preto (SP).
O delegado Paulo Henrique Martins de Castro, responsável pelo caso, não revelou detalhes sobre os registros, mas afirmou que ‘as cenas mostram evidências que a polícia já imaginava’.
Joaquim sumiu de dentro da casa da mãe, a psicóloga Natália Mingone Ponte, na madrugada de terça-feira, no bairro Jardim Independência.
Ela e o padrasto do menino, Guilherme Longo, tiveram a prisão temporária pedida pela Polícia Civil.
Eles prestaram depoimentos durante todo o dia na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e foram liberados por volta das 19h desta quarta.
Nesta tarde, a polícia avaliou as imagens feitas pelas câmeras de um imóvel vizinho à casa, onde residem Natália, Longo e o menino Joaquim.
“A gente está tentando melhorar a qualidade delas para conseguir melhor nitidez e tirar algumas dúvidas, que estão surgindo na investigação”, disse Martins de Castro.
A gravação será utilizada para complementar outras evidências obtidas pelos investigadores, informou Castro.
“São alguns detalhes que a gente imaginava, mas não tínhamos provas. Agora vamos confrontar com as demais provas para tentar fortalecer o inquérito e desvendar o crime”, afirmou.
Durante trabalhos de investigação nesta tarde em Ribeirão Preto, um cão farejador da Polícia Militar foi usado para encontrar pistas sobre o paradeiro de Joaquim. S
egundo a PM, o animal indicou que o padrasto e o menino teriam feito juntos o mesmo caminho da casa onde vivem até as margens do córrego Tanquinho, próximo à residência.
De acordo com o sargento da PM Ary Gavazzi, quando farejou as roupas do padrasto, o cachorro chamado Apache saiu da casa da família, andou pela rua, parou em alguns pontos da calçada e seguiu às margens do córrego até parar em um determinado ponto.
Segundo Gavazzi, o cão refez exatamente o mesmo percurso, incluindo as paradas na calçada, quando cheirou as roupas pertencentes a Joaquim.
Além das buscas no córrego, pelo segundo dia consecutivo, as investigações contaram com o trabalho da Polícia Científica na casa de Joaquim à procura de provas periciais, além de depoimentos de Natália e Longo sobre o caso, que segundo a polícia são contraditórios.
Desaparecimento
Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, desapareceu na madrugada de terça-feira, de dentro da casa onde mora com a mãe e com o padrasto no bairro Jardim Independência.
Em depoimento, Natália afirmou que notou a ausência do filho pela manhã, ao procurá-lo no quarto, por volta de 7h, para aplicar uma dose de insulina, já que o menino é diabético.
Ainda segundo a mãe, as janelas da casa têm grades, o portão estava trancado, mas a porta da sala estava aberta.
Natália afirmou que o atual marido é usuário de drogas e que teria sido ele o último a ter contato com o garoto, ao colocá-lo para dormir, por volta de meia-noite.
Também em depoimento, o padrasto do menino, Guilherme Longo, teria contado aos policiais que colocou o menino para dormir por volta de meia-noite e, durante a madrugada, saiu para comprar drogas, mas não encontrou quem fornecesse e retornou para casa.
O pai do garoto, Arthur Paes, disse que ficou surpreso com o pedido de prisão temporária da ex-mulher e do atual marido dela.
“Nunca desconfiei de nada. O relacionamento entre eles sempre foi tranquilo”.
Paes passou o dia todo em frente à delegacia entregando fotos e panfletos em busca de pistas sobre o paradeiro do filho.
“Eu andei Ribeirão Preto inteiro a pé. Sou de São Paulo, não sou daqui, não conheço nada. Fui com a cara e com a coragem, por isso acho que vou achar meu filho. Eu tenho esperança em encontrar meu filho, sei que vou ver ele vivo”, diz o produtor de eventos.
Guilherme Raimo Longo - padrastro do menino Joaquim Pontes Marques, desaparecido em Ribeirão Preto - se diz inocente
Quarto do menino Joaquim Marques, de 3 anos, que desapareceu da sua casa; (Foto: F.L.Piton / A Cidade)
Padrasto do menino desaparecido, Guilherme Longo, chegou à delegacia na manhã de quinta-feira acompanhado da mãe (Foto: Maurício Glauco/EPTV)
Padrasto diz acreditar que menino foi levado de dentro de casa por suspeito
Guilherme Longo teve prisão temporária pedida e alega inocência no caso.
Bombeiros fazem busca por Joaquim, de 3 anos, em rio de Ribeirão Preto.
Do G1 Ribeirão e Franca
O padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, desparecido desde terça-feira (5) em Ribeirão Preto (SP), disse nesta quinta-feira (7) que acredita que alguém tenha entrado na casa e levado o garoto de dentro do imóvel no bairro Jardim Independência.
Guilherme Longo e a mãe de Joaquim, Natália Ponte, com quem ele mantém um relacionamento, tiveram a prisão temporária pedida pelo delegado Paulo Henrique Martins de Castro, responsável pelo caso.
“Eu sei que todas as suspeitas estavam voltadas para nós, porque nós estávamos dentro de casa com ele [Joaquim], mas estamos desesperados atrás de provas”, disse Longo.
A Justiça ainda não se manifestou sobre o pedido. Nesta manhã, após retornar à Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Guilherme Longo declarou que alguém teria invadido a casa da família e levado o menino.
“Eu suspeito que alguém tenha entrado em casa e levado esse menino. Algumas peças de roupas dele que estavam desaparecidas, apareceram em casa, então pegaram esse menino do jeito que ele estava”, afirmou.
Apesar das suspeitas recaírem sobre o casal, Longo se diz inocente em relação ao sumiço e alega que está atrás de provas que inocentem a ele e a mulher. Ele disse que está preocupado com o estado de saúde de Joaquim, que é diabético.
“Eu sei que todas as suspeitas estavam voltadas para nós, porque nós estávamos dentro de casa com ele [Joaquim], mas estamos desesperados atrás de provas, não para livrar a nossa barra ou qualquer outra coisa, mas por causa do menino. Ele é diabético e precisa de medicamento, nós precisamos de ajuda. Todos nós estamos precisando de ajuda.”
Na quarta-feira, um cão treinado pelo canil da Polícia Militar farejou pistas sobre o suposto envolvimento de Longo no desaparecimento do enteado.
Em buscas realizadas nas proximidades da casa da família, o animal apontou que o menino e o rapaz fizeram o mesmo percurso do imóvel até um córrego na região.
O animal também farejou as roupas da mãe, mas realizou um trajeto diferente, limitado aos arredores da casa da família.
Longo, no entanto, não comentou os indícios apontados pela PM. Longo falou sobre o relacionamento com o menino e fez um apelo.
“Eu fico sem saber o que dizer sobre essa suspeita que estão de mim. Peço que procurem saber sobre a minha relação que eu tinha com ele. Quem me conhece, meus parentes e amigos, sabe como era o relacionamento com essa criança. Tenho visto as pessoas me crucificando, mas ninguém sabe de verdade como era o nosso relacionamento. Esse menino não é meu filho, mas eu o tive como meu filho desde o começo. Nós temos inúmeras evidências e vídeos que demonstram o carinho que eu tinha por esse moleque. Eu faço um apelo. Quem tiver alguma informação procure a polícia. Eu não estou preocupado comigo, mas sim com ele que está desaparecido”, afirmou.
O sumiço Em sua declaração na manhã de quinta-feira (7), Guilherme Longo contou parte do episódio do sumiço, na manhã de terça-feira.
O técnico em TI informou que ligou para a polícia e saiu em busca de imagens nas câmeras instaladas nas ruas do bairro onde mora, no Jardim Independência.
“Nós fomos a uma empresa de monitoramento e perguntamos onde tinha câmera no bairro e se a gente conseguiria essas gravações para saber o que tinha acontecido. Nossa rua tem quatro câmeras, todas filmam, mas nenhuma grava, então não teve gravação nenhuma. Não teve testemunha nenhuma, então nós estamos perdidos”, disse.
Um vídeo com imagens das câmeras de segurança de um imóvel próximo à casa da família foi entregue à Polícia Civil na quarta-feira e vão auxiliar nas investigações.
O conteúdo das cenas não foi divulgado pelo delegado.
PS: Em depoimento o padrasto afirmou que saiu para comprar comprar drogas logo após colocar Joaquim para dormir, por volta de meia noite... Segundo afirma o padrasto Guilherme Raimo Longo, ele não encontrou traficantes e portanto não conseguiu comprar drogas... Acho que a Polícia deve averiguar se o padrasto Guilherme Longo não possui dívidas de drogas com o tráfico e o sequestro do menino possa ser retaliação... Resta também conferir se o padrasto usava seu próprio dinheiro para comprar entorpecentes ou se achacava a mãe da criança; se naquele dia ocorreu alguma desavença entre o casal ou se a droga era para consumo de ambos e saber com o cidadão o endereço das bocas que ele costumava frequentar... A Polícia tem que pressionar todas as possibilidades, inclusive checando qual quantidade e quais medicamentos o Guilherme afirma ter ingerido no domingo em razão de sua abstinência de cocaína... E, aventar a possibilidade do próprio pai da criança ter sequestrado o menino; daí sim, havendo possibilidade da criança estar viva... Muito embora o padrastro já esteja falando como se o menino estivesse morto ao afirmar 'o relacionamento que eu tive com esta criança' e 'toda relação que eu tinha com ele'... Continuamos torcendo para a criança esteja a salvo... JS
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Fotos de Nágila Coelho, a namorada do fiscal, Luis Alexandre Cardoso Magalhães, preso por corrupção
A personal trainer Nágila Regina Coelho, de 38 anos, atual companheira do agente de fiscalização Luis Alexandre Cardoso Magalhães, disse ao G1 nesta terça-feira (5) que o ex-servidor nunca falou em corrupção e que ele está aliviado por ter começado a colaborar com as investigações.
Namorada de Magalhães há quatro meses, ela rebateu acusações feitas pela ex-namorada Vanessa Alcântara, delatora do esquema.
O ex-servidor é o único dos quatro detidos por suspeita de fraude no Imposto sobre Serviços (ISS) que atualmente responde ao processo em liberdade.
Ele foi solto no domingo (3) após acordo de delação premiada com o Ministério Público.
"Eu acho que ele está uma pessoa mais aliviada e uma pessoa mais tranquila", afirmou Nágila.
Magalhães e outros três servidores da Secretaria Municipal de Finanças foram presos na quarta-feira (30) em uma operação do Ministério Público Estadual e da Corregedoria Geral do Município (CGM) que constatou um esquema milionário de desvios de recursos do Imposto sobre Serviços (ISS).
Nágila diz que não são verdadeiras as acusações feitas pela ex-namorada de Magalhães, Vanessa Alcântara, mãe de um filho dele, com nove meses de idade, de quem ele detém a guarda judicial.
"É minha hora de falar também, porque a mulher dele sou eu", afirmou.
No domingo, Vanessa, a ex, disse que Magalhães assumia ser corrupto e que anunciou a ele a disposição de denunciar o esquema caso a pensão do filho não fosse aumentada.
Vanessa Alcântara denunciou, em entrevista, esquema de corrupção e depois afirmou que Magalhães se vangloriava de ser "corrupto".
Náglia afirma, no entanto, que nunca viu Magalhães fazer afirmações sobre práticas de corrupção.
"Ele nunca disse isso. Informação totalmente desprovida de verdade", afirmou.
PS: Possível que esta moça tenha enrijecido os glúteos e o cérebro com excesso de malhação e não tenha percebido que postou foto dos dois ao lado de uma Ferrari incompatível com o salário de fiscal... Resta saber que após a Justiça confiscar todos os bens e bloquear as contas do Luiz Alexandre Cardoso Magalhães este amor incondicional da personal irá persistir... JS
Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, desaparecido em Ribeirão Preto SP... Polícia pede prisão da mãe, Natália Ponte, e do padrasto, Guilherme Longo...
Polícia pede prisão de padrasto e mãe de garoto desaparecido em SP
Criança de 3 anos sumiu de dentro da casa na terça-feira (5) em Ribeirão.
Bombeiros realizaram buscas em bueiro e córrego, mas nada foi encontrado.
Do G1 Ribeirão e Franca
A Polícia Civil pediu a prisão temporária da mãe e do padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, desaparecido desde a madrugada de terça-feira (5) em Ribeirão Preto (SP).
O delegado Paulo Henrique Martins de Castro não informou detalhes sobre o caso.
O Corpo de Bombeiros também retomou as buscas em um córrego próximo à casa da família, após denúncias de que algo havia sido jogado em um bueiro durante a madrugada.
Nada foi encontrado.
Marques teria desaparecido na madrugada de terça-feira de dentro da casa da mãe.
Natália Ponte disse ter notado a ausência do filho quando foi procurá-lo no quarto, por volta de 7h, para aplicar uma dose de insulina - o garoto tem diabetes.
Em depoimento à polícia, Natália disse que as janelas da casa têm grades e que o portão estava trancado, mas a porta da sala estava aberta.
A perícia cientifica foi até o local verificar possíveis vestígios de crime. Também em depoimento, o padrasto do menino, Guilherme Longo, teria contado aos policiais que colocou o menino para dormir por volta de meia-noite e, durante a madrugada, saiu para comprar drogas, mas não encontrou quem fornecesse e retornou para casa.
O padrasto e a mãe do garoto passaram toda a terça-feira na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) prestando depoimento.
O delegado responsável pelo caso, Paulo Henrique Martins de Castro, ainda não explicou o motivo do pedido de prisão temporária do casal.
Ainda na terça-feira, policiais e bombeiros percorreram um trecho do córrego Tanquinho, na Avenida Guido Golfeto, próximo à casa da criança, em busca de pistas.
Segundo familiares, o garoto gostava de ir até esse local para jogar bola com amigos.
As buscas foram suspensas no início da noite, após nada ter sido encontrado.
Novas buscas
Na manhã de quarta-feira, o Corpo de Bombeiros voltou ao local para investigar a denúncia de que um grupo de homens havia jogado algo semelhante a um corpo dentro de um bueiro, próximo ao córrego.
"Ao chegar ao local, nós constatamos, através de um garoto, que nessa madrugada tiraram a boca de lobo e alguns homens tinham mexido nela. É um local de difícil acesso, muito estreita, mas não foi encontrado nada", afirmou o subtenente Ramos.
As buscas foram suspensas mais uma vez no final da manhã e só serão retomadas, segundo o subtenente, caso haja novas denúncias sobre o caso.
"Ontem [terça-feira] foi efetuada a varredura de todo o rio, não foi averiguado nada, hoje não foi encontrado nada. Então vamos aguardar a parte da Justiça para saber se há outra denúncia ou não."
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