quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Aeromobil, o primeiro carro voador, atinge 160 km/h como carro e 200 km/h como avião




Fotos da Festa Miss Primavera 2014 no Presídio de Tremembé com direito a presença a Suzane von Richthofen no juri e sua atual esposa Sandra Regina Ruiz Gomes de fraque


(Fotos publicadas pela revista Marie Claire)



Pô, na boa, a coisa é muito animada no presídio feminino de Tremembé; parece festa da Caras... 

O povão tendo que pegar ônibus lotado, trem entupido de gente a as dondocas criminosas com saúde, segurança e sem necessidade de transporte já que moram e se divertem no mesmo domicílio...

Porém...

Olhando de soslaio, parece que este marido da Suzane está na cadeia errada; deveriam fazer um teste para saber se Sandra é mulher mesmo...

Agora...

Sandrão vai trocando de mulher; comendo de graça; papinha; roupa lavada e uma ala inteira de mulheres para ir intercalando a cada três meses tipo churrascaria de rodízio com carnes exóticas...

Curioso que agora tudo é considerado casamento até mesmo quando duas assassinadas desqualificadas assinam uma porcaria de papel se dizendo companheiras e passam a ter direito a um celão onde compartilham beliches com outros doze pares de 'mulheres' para ficarem se roçando coletivamente...

Suzane e sua carreira sexual em Tremembé parece muito mesmo aquela série americana Orange is The New Black  só que sem os intercalços prisionais inerentes a penalização...

Eita Brasilzão que nos surpreende a cada dia...

A gente consegue ter realidade mais patética que a ficção hollywoodiana: Dirceu querendo sair e Suzane querendo ficar...

E...

Num dia Dilma se reelege, no outro uma mulher que matou os pais a marretadas casa com ex da outra que matou e picotou o marido inteirinho...

Por aqui a gente não morre de tédio...



Jorge Schweitzer







Quem é Sandra Regina Ruiz Gomes, sequestradora de 31 anos, atual esposa de Suzane Von Richthofen






Sandra Regina Gomes foi condenada a 27 anos de prisão pelo sequestro e assassinato do menor Talisson Vinicius da Silva Castro, de 14 anos

A revista Marie Claire divulgou nesta quarta-feira (29), a primeira foto de Sandra Regina Ruiz Gomes, de 31 anos, companheira de Suzane Von Richthofen. Na imagem, Sandra aparece vestida com um smoking para o concurso Miss Primavera 2014 do presídio de Tremembé.

De acordo com uma matéria publicada pela Folha de São Paulo nesta quarta, Sandrão, como é conhecida no local, foi presa por ter participado do sequestro e assassinato de um garoto em Mogi das Cruzes, em São Paulo, junto a três homens, em outubro de 2003.


Sandra Regina Gomes foi condenada a 27 anos de prisão por sequestro e assassinato

A vítima foi o vizinho da própria Sandra, Talisson Vinicius da Silva Castro, de 14 anos. Segundo investigação da polícia e do Ministério Público, Sandra era a responsável por fazer ligações ameaçadoras à família, pedindo um resgate de R$ 40 mil, que acabou sendo reduzido para R$ 3 mil.

No entanto, quando a família efetuou o pagamento, o menino já estava morto com um tiro na cabeça. O corpo foi encontrado um dia depois do depósito em um terreno baldio, amordaçado com uma "echarpe feminina", que a polícia acredita ser da companheira de Suzane, e amarrado pelos punhos e tornozelos com cadarços, além de um saco plástico preto encobrindo sua cabeça.

Quando condenada, Sandra pegou 27 anos de prisão, pena que posteriormente foi reduzida para 24 anos. No entanto, em 2011, no Centro de ressocialização de São José dos Campos-SP, Sandra agrediu um agente penitenciário e acabou sendo condenada a três meses e 15 dias de detenção.

No mesmo mês, a sequestradora, que tem fama de ser barra pesada, foi transferida para a penitenciária de Tremembé, onde está atualmente. 

Fraque e gravata borboleta

Suzane oficializou o relacionamento com Sandra e as duas estão morando juntas na cela das casadas, com mais oito casais. Apesar do histórico, Sandrão participa de eventos organizados para as detentas, como um concurso de beleza das presidiárias, onde ajuda a conduzir as candidatas pela passarela como mestre de cerimônia. Nestes eventos, utiliza traje à rigor com direito a gravata borboleta.

Ela se veste como homem no cotidiano. Até o começo deste ano, a sequestradora era companheira de Elize Matunaga, de 32 anos, condenada pela morte e esquartejamento do marido Marcos Kitano Matsunaga, de 41, em junho de 2012. Brigas e traições são proibidas para os casais na unidade de detenção.


terça-feira, 28 de outubro de 2014

Por Joanna Marcenal












Pessoal;

Vamos fazer um Mutirão para mais assinaturas no 'Abaixo Assinado Justiça para Joanna Marcenal'...

O Abaixo Assinado pedindo punição aos assassinos da menina Joanna Marcenal sempre tem alguma pessoa a mais participando quase diariamente, com toda certeza se trata   da petição pública mais ativa mesmo quatro anos após sua elaboração...

Mas...

Estamos num período de final de ano onde as pessoas estão envolvidas em muitas preocupações e o Abaixo Assinado é transportado para segundo plano...

Então...

Vamos fazer um mutirão para captar mais assinaturas...

Por favor, reenviem este recado para seus contatos de email; repostem esta mensagem; compartilhem em redes sociais...


Repassem até mesmo para quem já assinou para que estas pessoas nos ajudem nesta corrente...

Já estamos próximos de 9.000 assinaturas e podemos ampliar este número...

(Importante: para a assinatura no Abaixo Assinado ser considerada válida é necessário responder email que o provedor da petição pública reenvia automaticamente; caso não encontre na caixa de entrada procure em spam que estará lá)...

Os assassinos da menina Joanna Marcenal têm sido arrojados, semanas atrás um diretor de rádio e tv me contou que o próprio André Rodrigues Marins tem telefonado pessoalmente para a emissora na tentativa de intimidação...

Enquanto nós cruzamos os   braços aguardando os acontecimentos, os bandidos se encarregam de tentar desmotivar qualquer movimentação para que a Lei seja cumprida...

Se não fizermos nada, o mal prevalecerá e a covardia cruel contra Joanna cairá no esquecimento...

Depende apenas de nós que a impunidade  não prevaleça no Caso Joanna...

Por favor, não vamos permitir isto...

Temos obrigação de não sermos silenciosos parceiros complacentes do crime...

Uma brutalidade contra uma criança merece que tenhamos muito mais coragem que os assassinos da menina...

Nenhum de nós pode ser contemporâneo de facínoras nos curvando ao banditismo debochado sem lhes enfiar o dedo na fuça...

A Justiça não pode fingir eternamente  que não nos enxerga...

Não lhes mandaremos recados somente pela Internet aguardando que nos vejam, dentro em breve nos mostraremos de corpo inteiro e ao vivo...

Planejo me posicionar na frente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro com uma faixa solicitando assinaturas para nosso Abaixo Assinado...

Como em breve inicia-se o período de recesso judiciário e a idéia é começarmos em janeiro...

Necessito de mais uma pessoa para segurar a outra ponta da faixa e filmar nosso protesto...

Estarei pelo menos uma vez por semana por lá, sempre no mesmo dia da semana e no mesmo horário; chova ou faça sol...

Se não aparecer ninguém para me ajudar, contrato um morador de rua...

A imprensa precisa de episódios novos para registrar, nós lhes daremos em grande quantidade exatamente em frente ao Forum do RJ...

Já possuo a faixa; um bumbo; uma quantidade de panfletos e o discurso de improviso que nem necessário megafone...

Possível que inicialmente não apareça ninguém para nos ajudar temendo represálias, sem problema,  estaremos lá...

Os bandidos não se atreverão em nenhuma emboscada que antecipará inevitavelmente que todos eles sejam presos de pronto...

Vamos tornar a porta do TJ um point cobrando o Juri Popular no Caso Joanna e marcaremos igualmente manifestações na porta da 5a. Vara Cível de Campo Grande RJ, onde o serventuário André Marins dá expediente...

Toda grande construção necessita do primeiro tijolo, nós assentaremos...

Podem ter certeza que após um mês e reprodução em todas mídias formaremos uma multidão...

Eu não pedi para entrar nesta luta, mas agora não há mais como sair;  já faço parte desta história...

O direito da livre manifestação pública nos é assegurado pela Constituição...

Eu poderia declarar piegas que iremos até o final por Joanna...

Não é só por Joanna...

É por todos nós!

Só iremos parar quando os assassinos de Joanna estiverem lotados no Complexo de  Gericinó...

Tenham certeza...





Jorge Schweitzer







Suzane von Richthofen - Entrevista para a revista Marie Claire







Por Maria Laura Neves



Suzane von Richthofen nega suposto abuso do pai e diz que sonha em ser mãe: “Quero a chance de recomeçar”

Ela diz que sonha com a mãe, toma antidepressivos e reza antes de dormir. Trabalha na oficina de costura do presídio, gosta de bordar e de livros de autoajuda. Condenada por ter planejado o assassinato dos pais em 2002, Suzane von Richthofen recebeu Marie Claire em Tremembé (SP), onde cumpre pena, para sua primeira entrevista em oito anos. Em uma longa conversa, negou boatos de que seria abusada pelo pai e afirmou que sonha em ter uma família


“Isso aqui é o paraíso”, me disse uma das presas quando cheguei ao presídio de segurança máxima de Tremembé para o concurso Miss Primavera 2014, a festa que, todos os anos, elege a detenta mais bonita da prisão. O paraíso a que ela se referia é a quantidade de pretendentes disponíveis na cadeia. São dezenas de mulheres que, muitas vezes heterosse­xuais antes de serem presas, encontram na companheira de cela um alento para a solidão. Enquanto me contava sobre os preparativos para o concurso – as sessões de ginástica, os ensaios sobre o tablado – e os romances entre as detentas, uma outra presa, candidata a miss, disse: “A mulher dela vai ser a jurada representante das presas no concurso”, apontando para a colega que “se sente no paraíso”. “Moramos todas na mesma cela”, completou. Minutos depois, o locutor da festa chamou a detenta para participar do júri. Sob aplausos, gritos e assovios das colegas, Suzane von Richthofen, 31 anos, sentou na mesa dos jurados.

O concurso é a grande comemoração de Tremembé, o evento para o qual as detentas se preparam o ano todo, e também uma estratégia de disciplina do comando da prisão. “Só podem participar as que têm bom comportamento”, afirma a diretora da penitenciária, Eliana Maria de Freitas Pereira. A festa de 2014 teve o tradicional desfile das candidatas e apresentações de dança. Uma dupla de detentas dançou ao som de “O Show das Poderosas”, de Anitta; outras fizeram coreografias ensaiadas nas semanas anteriores. No fim da noite, dançavam sob a chuva e cantavam, extasiadas, “Beijinho no Ombro”, de Valesca Popozuda. Nesse momento, me aproximei da presa que disse se sentir no paraí­so e dançava ao lado de Suzane. Perguntei se topava dar entrevista. Depois da negativa, pedi, então, que me apresentasse para a colega, a presa mais famosa do Brasil.

Esta foi a primeira vez que Suzane topou participar de uma festa da penitenciária onde cumpre pena desde 2007. Ela, que sempre fugiu dos holofotes, anda mudada, dizem as colegas. Está mais sorridente e conversadora. Surpreendeu a todos quando se candidatou a jurada do concurso, tanto que as presas que concorriam à vaga desistiram do posto em solidariedade a ela.

Em Tremembé, a maior parte dos funcionários e detentas torce por Suzane. Os primeiros por causa de seu comportamento exemplar; as segundas, porque a consideram simples e simpática. “As outras presas famosas são mais fechadas”, disse uma detenta, que não quer ser identificada, sobre Anna Carolina Jatobá, condenada a 26 anos pelo assassinato da enteada Isabella Nardoni, e Elize Matsunaga, acusada de esquartejar o marido, Marcos Kitano Matsunaga, CEO da indústria de alimentos Yoki.

Dias depois da festa, a diretora do presídio me disse que Suzane falaria à Marie Claire com algumas condições: o passado, a noite do crime e a relação com outras presas não poderiam ser abordados na conversa. Imposições aceitas, a doutora Eliana, como é conhecida, me recebeu em sua sala no presídio e pediu para chamar Suzane, que estava na oficina de costura da cadeia, onde é funcionária.

Ela entrou tímida na sala em que eu, o fotógrafo André Vieira e a doutora Eliana a aguardávamos. De uniforme azul, Crocs nos pés, unhas vermelhas e cabelos soltos, nos cumprimentou sorrindo e recusou a água e o café que lhe oferecemos. 

Visivelmente tensa e insegura, sentou à nossa frente com as mãos entre as pernas. De cara, pediu que não ligássemos o gravador. “Tive experiências ruins no passado com outras entrevistas”, disse, temendo que o áudio fosse divulgado na TV. Antes de responder a cada pergunta, buscava a aprovação da diretora com o olhar. Negou-se a responder as mais delicadas, hesitou em tantas outras ou as comentou laconicamente.

Suzane não quis falar sobre os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, respectivamente o ex-namorado e o ex-cunhado que mataram seus pais, o engenheiro Manfred Alfred e a psiquiatra Marizia von Richthofen, com golpes de barras de ferro, em um plano elaborado e acobertado por ela em 2002.

“Fiquei assustada. Percebi que a vida pode ir embora em um minuto”, disse sobre episódio que teria mudado sua vida

Em nenhum momento se emocionou, mas disse que havia chorado naquela manhã com medo de dar entrevista. Falou dos pais com carinho e, algumas vezes, como se não tivesse participado da morte deles. Contou que há algumas semanas levou um tombo em que bateu a nuca e ficou desacordada. Quando despertou, não conseguia falar nem se mexer. “Fiquei assustada”, afirmou. O episódio, segundo ela, teria mudado sua vida. “Percebi que a vida pode ir embora em um minuto”, disse, como se fosse seu primeiro contato com a morte. Também se referiu ao crime como se tivesse “acontecido” e não sido praticado por ela.

Com um português correto e a voz doce, explicou o motivo pelo qual decidiu falar. “Quero que as pessoas saibam que sou um ser humano comum. Cometi um erro, estou pagando por ele e quero recomeçar minha vida.” Segundo as colegas de cadeia, a “nova” Suzane, mais alegre e aberta, é fruto do rompimento com o advogado Denivaldo Barni, amigo de seus pais que a acompanhou durante todos estes anos e foi flagrado orientando a cliente a chorar em uma entrevista para o "Fantástico", em 2006. Isso porque Barni exerceria uma proteção obsessiva sobre ela, a ponto de impedir amizades.

Vários motivos teriam levado Suzane a romper com o advogado. De acordo com pessoas próximas, Barni queria que ela fosse trabalhar em seu escritório, em São Paulo, durante o semiaberto. Suzane teria negado o convite, para sua decepção, e teria desistido de brigar na Justiça com o irmão Andreas von Richthofen, 27, pela herança dos pais, batalha da qual Barni não abriria mão. Procurado pela reportagem, o advogado negou o rompimento e disse que não é mais responsável pelos processos de Suzane.

A VIDA NA PRISÃO

Hoje, ela trabalha na mesa de distribuição de tarefas da oficina de costura da Funap (Fundação Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel, que emprega presos dentro de cadeias paulistas), onde coordena as funções de outras detentas. Admitida em 2008, recebeu promoções e hoje ocupa o cargo máximo na hierarquia, pelo qual recebe R$ 705 mensais. Diz que guarda boa parte do dinheiro e gasta o restante com compras de supermecado organizadas no presídio, que incluem produtos de higiene pessoal e alimentos, e também com consultas com um dentista particular que atende ali dentro.

“Quando cheguei, fiz o caminho de todo mundo: comecei varrendo o pátio, um trabalho que não tem salário mas conta para remissão da pena"

“Quando cheguei, fiz o caminho de todo mundo: comecei varrendo o pátio, um trabalho que não tem salário mas conta para remissão da pena. Depois fui servir comida, com uma pequena remuneração. Na sequência, virei monitora da educação, era a assistente da professora e dei aulas de inglês para um grupo de presas até que entrei na oficina.”

Ela começa a trabalhar às 7h30, almoça na cela das 11h30 às 13h e encerra o expediente às 17h. Nos dois turnos, há uma pausa de 15 minutos para o café, momentos em que faz caminhadas. “Até aqui dá para ter alguma vaidade”, diz. Entre os rituais de beleza, passa hidratante no corpo, pinta as unhas,  corta e hidrata os cabelos. Todos os pertences ficam em uma prateleira perto de sua cama. “São algumas cartas e unifomes. Se tenho algo fora da cadeia, não sei”, disse.

Ela conta que aprendeu a fazer trabalhos manuais – bordou toalhas de mesa, fronhas – e que lê muito. Gosta de obras de ficção, como as do americano Nicolas Spar­ks, e de autoajuda. No momento diz estar lendo "Quem Me Roubou de Mim?", do padre Fábio de Melo.

"NÃO SOU FRESCA"

Nascida e criada em uma família de classe média alta, Suzane afirmou que se surpreende com os hábitos e histórias de vida das colegas. “Outro dia uma presa colocou a escova de dentes no chão. Ela não sabia que não podia fazer aquilo por causa da sujeira. Isso me fez ver que as pessoas não sabem regras básicas de higiene e valorizei ainda mais a educação que tive.” A diferença social, segundo ela, não é um problema. “Depois que me conhecem, as presas veem que não sou fresca e se surpreendem quando sento no chão para comer com elas.”
“Meu grande sonho é me reconciliar com meu irmão. Sei que não tenho direito ao que era dos meus pais, nada daquilo me pertence. Dele [Andreas], quero apenas o amor e o perdão”

Suzane não recebe visitas. Contou que deixou de falar com o irmão há 11 anos, quando ele ia vê-la aos domingos na Penitenciária Feminina da Ca­pital, o primeiro presídio em que cumpriu pena. “Ele era um menino e nos despedimos como se fosse voltar na semana seguinte”, disse. O motivo da desavença seria a disputa pela herança. Ela diz que hoje Andreas se tornou professor universitário e mora com a avó materna e o tio, os únicos parentes dos Richthofen.

“Meu grande sonho é me reconciliar com meu irmão”, disse. “Sei que não tenho direito ao que era dos meus pais, nada daquilo me pertence. Dele [Andreas], quero apenas o amor e o perdão.” Andreas não respondeu às perguntas enviadas por Marie Claire.

A mãe, disse, é tema recorrente de seus sonhos. “São sempre coisas boas, como se ela viesse para me proteger.” Batizada na igreja protestante, Suzane acredita em vida após a morte, em reen­carnação, e diz que reza ao acordar e antes de dormir. “Não virei pastora evangélica, apenas frequentei alguns cultos.” Afirmou ainda que se emocionou quando a diretora do presídio contou que seria avó. “Imaginei como minha mãe receberia essa notícia.” Também negou o boato de que era abusada pelo pai. “Isso nunca aconteceu.”

SONHO DE SER MÃE

Sobre a privação da liberdade, disse que sente falta da noite ao ar livre – as presas voltam para a cela antes do anoitecer. “Fico paralisada quando vejo o céu e as estrelas. A noite tem um cheiro característico que a gente não percebe normalmente.” Também contou que não usa roupas comuns há anos. “Não sei mais o que é colocar uma calça jeans ou vestir preto.” Hoje, Suzane toma fluoxetina, antidepressivo prescrito pela psiquiatra do presídio. “Quando cheguei aqui só chorava, mas nunca tive dificuldade para dormir.”
“Não tem como olhar no espelho e não lembrar  [do crime]. Cometi um erro, vou lembrar dele para sempre. Todos os dias penso que queria acordar e ver que tudo foi um pesadelo.”

Suzane acha que não consegue se perdoar, que será difícil ser completamente feliz, mas que o é na medida do possível. “Não tem como olhar no espelho e não lembrar  [do crime]. Cometi um erro, vou lembrar dele para sempre. Todos os dias penso que queria acordar e ver que tudo foi um pesadelo.” Contou que recentemente esteve presa em Tremembé a mãe de um amigo de infância, que lhe disse os rumos de sua turma de escola.

“Um foi morar em Dubai, o outro na Alemanha. Acho que [se não tivesse cometido o crime] estaria morando fora, talvez tivesse filhos.” Seus planos são mudar-se para o novo pavilhão de Tremembé e continuar trabalhando na Funap, onde “faz o que gosta”. Quer voltar a estudar e diz que sonha em ser mãe e construir uma família. “Estou pagando pelo meu erro e quero a chance de recomeçar”, disse, com uma candura que não combina com o crime estarrecedor que ela planejou.


Foto de Sandra Regina Ruiz Gomes, a atual esposa de Suzane von Richthofen, ex de Elize Matsunaga







Agora, bacana é que Tremembé se tornou motel para estas sujeitas ao invés de cárcere para punição de crimes...

A Suzane preferiu continuar presa a ter benefício de regime semi aberto...

E, toda esta bandalheira paga com nosso rico dinheiro...

Não estranhem se dentro em breve elas solicitarão banheira de hidro, sais,  sauna, depilação a laser, escova progressiva...

Agora, esta Sonia Regina Gomes deveria dormir com um olho no gato outro no peixe, abandonar uma dona que passou uma noite e meia recortando o marido todinho numa banheira e desposar outra que matou a marretadas os pais não é para qualquer estômago...




Jorge Schweitzer







Suzane Von Richthofen casa na cadeia com Sandra Regina Ruiz Gomes, ex-namorada de Elize Matsunaga







Suzane Von Richthofen se casa com ex-namorada de Elize Matsunaga
Sandra Regina Gomes cumpre pena pelo sequestro de uma empresária

Suzane Von Richthofen voltou a ser assunto na penitenciária de Tremembé, em São Paulo. Condenada por ter idealizado e participado do assassinato dos pais, a detenta casou-se com Sandra Regina Gomes, que cumpre pena pelo sequestro de uma empresária no mesmo estado. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

Um fato curioso é que fontes ligadas ao casal afirmam que, desde o começo do ano, Sandra Regina mantinha um relacionamento com Eliza Matsunaga, condenada por matar e esquartejar o marido Marcos Matsunaga, em 2012. Segundo essas pessoas, Suzane teria sido a responsável pelo fim da relação entre Sandra e Elize.

Ao assumir a união com Sandra Regina Gomes, Suzane Von Richthofen deixa de viver na ala das evangélicas e passa a ficar na ala das casadas, onde dividirá espaço com mais oito casais. Para ter direito a essa condição, Suzane teve que assinar um documento em que reconhece o relacionamento homoafetivo com Sandra Regina. O procedimento é obrigatório a todas as presas que resolvem “morar juntas”.

Agentes penitenciários da unidade prisional disseram à reportagem da Folha que Suzane é uma espécie de “Marcola de saias”, em alusão ao chefe do PCC, William Herbas Camacho, conhecido por sua grande capacidade de persuasão. A detenta também é considerada muito sedutora. Duas funcionárias do presídio de Rio Claro, onde passou um tempo, teriam se apaixonado por ela e, conforme revelado pela própria Suzane, um promotor de Justiça também manifestou interesse em manter relações com ela.




Ghost - Do outro lado da Política












segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Votação no Complexo da Maré RJ



Charges: Dilma vence eleição no segundo turno







A carteira encontrada em meu táxi






Já devolvi muitos objetos esquecidos em meu táxi, até já perdi a conta...

A maioria são celulares, carteiras em menores quantidade e até um notebook e uma mala...

Quase sempre deixo na portaria do residência da pessoa com meu telefone anotado e nunca mais tenho notícias...

Na semana passada encontrei uma carteira debaixo do banco de trás do táxi e devolvi depois de conseguir contato com a pessoa através de um telefone de nota fiscal que estava dentro...

A moça, chamada Ana Paula, deixou com o porteiro uma caixa de bombons da Cacau Show e o bilhete acima...

É isto...




Jorge Schweitzer








Wagner Montes e Luciano Huck se encontram em dia de eleição (foto)








O cachorro do Sérgio Cabral já pode voltar a voar









Pezão eleito, chegou ao Hotel Flórida. no bairro do Flamengo, de helicóptero...

A austeridade disfarçada na campanha eleitoral já era...

Pezão se desenhou como um ingênuo coitadinho e as urnas acreditaram...

Pezão já pode contratar empregada doméstica para sua mãezinha...

Pezão já não precisa enfiar o pé na lama para fingir acudir desalojados...

Cabral já pode sair da toca...

O cachorro do Cabral já pode voltar a voar ao lado de pranchas de surf...

Secretários já podem retirar seus guardanapos do armário...

Aquela lindeza na Saúde  que Pezão prometeu ficará no imaginário...

O jogo do faz de conta acabou...

Acabou a fantasia...

Reinicia-se a realidade...




Jorge Schweitzer







Dilmônica: baixinha, dentuça, gordinha, enfezada, só veste vermelho e tem amiguinho de língua presa





PS: O Jornal Meia Hora do RJ tem capas sensacionais... Na morte do Hugo Chaves: 'Chaves morreu sem querer querendo'... Na separação de Luana Piovani e Dado Dolabela: 'Luana não tem mais dado  em casa'... JS








Dilma Roussef e as palavras ao vento





Dilma Roussef ganhou a eleição 2014, que bom para ela...

Todas suas fantasias apregoadas como promessa no horário eleitoral sumirão no eco do vento...

Com crescimento estagnado improvável que algo novo seja implementado...

Dilma nos prometia um paraíso improvável...

Quem teimou acreditar acordará amanhã com outra Dilma ao lado...

Desde que me conheço por gente candidato é diametralmente oposto do futuro executivo...

Mesmo com toda boa vontade acreditando nas ótimas intenções da presidenta, a conjuntura atual impossibilita qualquer avanço significativo ou novos projetos...

Dilma travará batalha inglória contra a infração que ela insiste fingir desconhecer...

Dilma jurou que combateria corruptos numa cruzada, improvável que cumpra...

O PT quer o poder pelo poder...

As urnas deram um cheque em branco à Dilma...

O que ela fará com ele só Deus sabe...

Ou, para os agnósticos, nem Ele...




Jorge Schweitzer